Conheça 10 grandes investidores e suas estratégias vencedoras

Oi amigos, aqui vai uma excelente artigo retirado do site Infomoney, falando sobre alguns grandes investidores e o modo como pensam e fazem seus investimentos, vale muito a pena ler.

Conseguir transformar as oportunidades em lucro, saber o momento certo de comprar e a hora exata de vender, ter sangue frio e visão para antecipar os movimentos do mercado são apenas algumas das características de grandes investidores, que conseguiram fazer fortuna operando com ações e se tornaram verdadeiras lendasdentro do mercado de capitais.

Para que você conheça um pouco mais dos principais investidores de todos os tempos, pedimos para a estrategista de investimentos e sócia fundadora da Eugênio Invest, Claudia Augelli, selecionar 10 grandes nomes e as suas estratégias vencedoras. Confira e veja a que mais se encaixa no seu perfil:

1 – Benjamin Graham
Nascido em Londres no final do século XIX, Benjamin Graham é considerado o pai da análise fundamentalista (que se baseia nos dados do balanço da companhia). “Ele criou alguns conceitos bem importantes como o do investimento em ‘valor’, a utilização de filtros (análise fundamentalista quantitativa) que devem ser aplicados no processo de seleção de ativos, e o conceito da ‘margem de segurança‘”, explica Claudia. Leia o resto deste post »

O que pensa o maior guru de Warren Buffett

Oi amigos, tudo bem?

Aqui vai uma excelente reportagem do site Exame.com falando sobre Benjamin Graham, o mestre do grande investidor Warren Buffet,  e algumas idéias suas, que mesmo depois de sua morte continuam muito úteis.

Benjamin Graham desenvolveu um método simples para ganhar dinheiro na bolsa: só comprar empresas abaixo do valor patrimonial ou por até 7 vezes o lucro do último ano

De tempos em tempos, qualquer investidor deveria ler ou reler algum livro de Benjamin Graham (1894-1976). Não apenas porque ele teve 60 anos de experiência no mercado financeiro, é considerado o criador da profissão de analista de investimentos e teve como aluno o mais bem-sucedido investidor de toda a história: Warren Buffett, que chegou a afirmar que, depois do próprio pai, Graham foi o homem que mais influenciou sua vida. O mais incrível é que Graham, morto há quase 35 anos, ainda consegue passar ensinamentos que deixam o leitor com a sensação de que poderá ganhar dinheiro no mercado apenas se aplicá-los. Não é à toa que alguns dos maiores gestores de fortunas do Brasil e do mundo ainda costumam repetir seus mantras em entrevistas. Os clássicos “Security Análises” e “O Investidor Inteligente” são considerados as obras-primas de Graham. Mas o livro “Profissão: Investidor”, lançado recentemente por Jason Zweig e Rodney N. Sullivan, traz uma coletânea de seus artigos mais perenes e adiciona textos comentados capazes de atualizar o pensamento do guru.

O ponto alto do livro é o artigo em que Graham propõe um método bastante simples para comprar e vender ações com lucro que funcionou durante décadas tanto para pequenos investidores quanto para grandes fundos de investimento. Consiste basicamente em comprar ações de empresas por cerca de dois terços de seu valor contábil e colocá-las à venda quando alcançarem valor equivalente ao patrimônio líquido – realizando, portanto, um lucro de 50%. É certo que hoje em dia não é mais tão fácil encontrar ações negociadas por esses valores como foi na época da Grande Depressão ou até a década de 1970. Na BM&FBovespa, por exemplo, há grandes bancos como o Itaú Unibanco que foram negociados recentemente a três vezes o valor patrimonial.

Mas Graham também sugere que sejam comprados papéis de empresas com um valor inferior a 7 vezes o lucro líquido dos últimos 12 meses. Nesse caso, até ações de “blue chips” como Vale e Petrobras chegam ou chegaram recentemente a atender a essa condição. Após a escolha dos papéis, o investidor deve estipular uma meta de lucro para o investimento para um período de dois a três anos. Quando o papel atingir esse objetivo, deve ser vendido, independentemente da expectativa de momento que circula no mercado. Outro erro a ser evitado é colocar todo o dinheiro em uma única ação mesmo que ela obedeça a alguma dessas condições. O ideal é distribuir os recursos entre dezenas de empresas com múltiplos baixos. Se fizer somente isso, dificilmente o investidor não alcançará bons resultados no longo prazo. Leia o resto deste post »

Como lucrar no fundo do poço

Oi amigos, tudo bem? Aqui vai uma excelente matéria, retirada do site  Istoé Dinheiro falando como aumentar a rentabilidade da sua carteira, mesmo em um mercado de baixa. É importante saber como lucrar em um cenário de alta de baixa também. É bom lembrar que algumas das estratégias são mais arriscadas que o normal e são indicadas para pessoas mais experientes.

As estratégias dos investidores que ganham dinheiro quando a bolsa vai mal – e o que você pode aprender com eles

Crise econômica nos Estados Unidos e na Europa, capitalização da Petrobras em 2010, perspectiva de juros mais altos em 2011. Pode escolher o seu motivo para explicar a queda das ações. Nessas horas, o ideal é sair da bolsa, certo? Errado.

Há outras estratégias para lidar com um mercado em baixa. Elas podem proteger o valor de uma carteira de ações no longo prazo, melhorar a rentabilidade dos papéis e gerar lucros até quando o mercado cai.
Não são as maneiras mais óbvias de operar: exigem conhecimento, perspicácia e coragem para assumir riscos, mas um número crescente de investidores está aproveitando o desempenho fraco da bolsa para tentar ganhar dinheiro assim.
A estratégia de ganhar na baixa que mais vem crescendo é o aluguel de ações. Funciona exatamente como o aluguel de um imóvel: quem tem ações cede sua posse (mas não a propriedade) a outro investidor, em troca de dinheiro.
O proprietário das ações, chamado “doador”, obtém uma rentabilidade entre 2% e 6% ao ano, que não é isenta de imposto. Pode não ser uma grande taxa, mas ajuda. “Essa estratégia serve, por exemplo, para diminuir o custo de carregamento das ações”, diz Manuel Lois, diretor da corretora Spinelli.
Esse custo é o equivalente aos juros que o investidor deixa de ganhar na renda fixa ao preferir a bolsa.
Um dos maiores e mais conhecidos usuários dessa estratégia é o investidor Lírio Parisotto. Dono da Videolar, o empresário concentrou suas vultosas aplicações no fundo exclusivo Geração L.Par, cujo patrimônio no fim de 2010 era de R$ 2,58 bilhões. “Colocamos 25% das ações do fundo para alugar”. No ano passado, essa estratégia rendeu R$ 20 milhões, uma rentabilidade média de 3%. Leia o resto deste post »

Warren Buffett: o segredo do sucesso do bilionário

Oi amigos, tudo bem?

Aqui vai uma matéria retirada do site Época Negócios, falando sobre Warren Buffet, um do maiores investidores de todos os tempos e falando sober sua filosofia, não apenas nos negócios, mas em várias áreas de sua vida.

A biografia de um dos homens mais ricos do mundo traz conselhos mesmo para quem não tem como objetivo chegar a acumular US$ 1 milhão

Warren Buffet: segredo do sucesso revelado em biografia

Ele pode não encabeçar mais a lista dos homens mais ricos do mundo, após ter perdido alguns milhões com a crise financeira. Mas isso não quer dizer que o bilionário norte-americano Warren Buffett não seja um exemplo típico de sucesso a ser seguido. Sua biografia “Bola de Neve”, escrita por Alice Schroeder, virou leitura obrigatória entre o pessoal do mercado financeiro. O curioso é que Buffett usa uma filosofia de vida para cada parte de sua vida.

Segundo o livro, o segredo do sucesso de Buffett poderia ser resumido nos seguinte conselhos: invista seu dinheiro em boas empresas que são bem gerenciadas. Reinvista os lucros em outras boas empresas. Nunca pegue dinheiro emprestado. Faça tudo isso e seu dinheiro ganhará em valor. Leia o resto deste post »

Onde investe um dos maiores fundos imobiliários do país

Oi pessoal, pra quem interessa em investimento em imóveis e fundos imobiliários, vai uma reportagem interessante do Portal Exame, com um dos sócios da Prosperitas.

Com os preços em alta, a Prosperitas prefere construir seus imóveis e evita torres de escritórios e residências do Minha Casa, Minha Vida

Com cerca de 3 bilhões de reais sob gestão e 1,1 milhão de metros quadrados em áreas imobiliárias para locação, a Prosperitas é um dos maiores fundos de investimento em imóveis do Brasil. O primeiro fundo da empresa foi lançado em 2003 e, desde então, deu um retorno de cerca de 25% ao ano. Resultados como esse, bem superiores à média do segmento imobiliário, fizeram com que a empresa passasse a ser procurada por investidores estrangeiros. Neste mês, a Prosperitas lançou oficialmente seu terceiro fundo, que captou 1 bilhão de reais.

Luciano Lewandowski, sócio da Prosperitas, diz que a estratégia para montar um portfólio de investimentos em um momento de boom imobiliário e preços salgados é construir ela mesma os imóveis que farão parte do fundo.É difícil investir nos imóveis já construídos porque o dono do terreno já ganhou muito, o construtor já ganhou muito e o incorporador quer ganhar muito. O que a gente sempre se pergunta é se ainda haveria espaço para o investidor ganhar muito. Na maioria dos casos, nós achamos bem arriscado.” Para quem também acha que os preços estão na estratosfera, fica a dica de sondar a viabilidade de construção de um imóvel em determinada região.

Lewandowski também acha que o momento é ruim para investir em torres de escritórios no Rio de Janeiro e em São Paulo e que o programa Minha Casa, Minha Vida entregará muito menos do que promete. A Prosperitas planeja direcionar até 90% dos recursos do novo fundo para loteamentos para a construção de casas, shopping centers principalmente no Norte e no Nordeste e centros de distribuição e galpões industriais. Na entrevista abaixo, ele explica as estratégias:

O mercado imobiliário brasileiro passou por um boom nos últimos anos. Como as pessoas físicas podem tentar lucrar com imóveis?

Luciano Lewandowski - Culturalmente o brasileiro tende a investir em renda fixa por causa dos juros altos. Mesmo no mercado imobiliário, o investidor prefere imóveis reais. A própria Prosperitas não investe em papéis imobiliários lastreados em receitas de aluguéis ou que possam se valorizar com o bom momento do mercado imobiliário. Mas acho que, para as pessoas físicas, aplicar em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) e fundos imobiliários pode ser bem interessante. Eu mesmo, como pessoa física, já ganhei algum dinheiro com CRIs. O segredo é selecionar muito bem os projetos ou os gestores. Tem pouca gente que sabe trabalhar com fundos imobiliários no Brasil. Eu gosto da Brazilian Finance & Real State e do Credit Suisse Hedging-Griffo. Acho que eles têm um histórico bom de projetos e sabem ganhar dinheiro com isso. O problema é que, com o crescimento desse mercado, vão aparecer muitos gestores de fundos imobiliários com pouca experiência. A pessoa física também deve pensar que não é tão fácil vender seus papéis imobiliários quanto sair de um investimento em títulos públicos e vender ações. Mesmo os fundos imobiliários com quotas negociadas em bolsa só são uma boa opção hoje para quem deseja comprar volumes pequenos de quotas. Ninguém consegue vender uma posição de 50 milhões de reais em um fundo imobiliário rapidamente. Mas os fundos também têm características interessantes. A possibilidade de retorno mais alto que a renda fixa e a isenção de IR para pessoas físicas são algumas delas. Leia o resto deste post »

Para guru da análise técnica, investimento de longo prazo acabou

Oi amigos, tudo bem?

Aqui vai uma entrevista muito interessante com o famoso investidor Alexander Elder, retirado do Portal Exame.

No mercado financeiro, nada desperta mais amor e ódio do que a análise técnica. Quem gasta meses avaliando informações sobre uma empresa considera esoterismo a negociação de ações baseada em comportamentos-padrão visualizados em gráficos. Já aqueles que se aproveitam das tendências do mercado para lucrar com operações de curto prazo acham que é perda de tempo analisar os fundamentos de uma empresa.

Esta semana, um dos maiores gurus da análise técnica chega ao Brasil para colocar mais lenha na fogueira. Autor de livros como “Aprenda a Operar no Mercado de Ações: Come Into My Trading Room” e “Como se Transformar em um Operador e Investidor de Sucesso, o russo radicado nos Estados Unidos Alexander Elder faz duas palestras gratuitas na Expo Money São Paulo, a maior feira de finanças pessoais da América Latina.

Na entrevista, Elder despreza todas as estratégias de investimento com exceção da análise técnica. Em relação à negociação de ações a partir de fórmulas matemáticas inseridas em um computador, uma das principais tendências no mundo desenvolvido, Elder afirma que essa é uma “fantasia” que está fadada a um fim breve. Já o investimento de longo prazo em bolsa seria um método antigo que “só funcionou para nossos avós”.

Em relação à análise técnica, Elder não economiza elogios, apesar de muitas vezes soar evasivo como um político em campanha eleitoral. Ele não se arrisca a fazer previsões sobre a bolsa, não revela qual é a taxa de retorno de seus próprios investimentos e se irrita facilmente diante da insistência por respostas menos genéricas sobre estratégias que funcionam. Entre outras obviedades, diz que o trader precisa “limitar seu risco e manter um diário de suas operações“. Veja a seguir os principais trechos da entrevista:

Quais são os erros mais comuns de especuladores e investidores?

Elder: Operar às cegas e não planejar as negociações. O trader precisa definir três números: o valor do ativo para que valha a pena operá-lo, quanto quer ganhar e a perda máxima que pode tolerar. É preciso definir essas metas antes de operar, não depois. Porque as pessoas têm a tendência a considerar que o seu trade é o melhor do mundo. Se o trader não define esses três números, melhor comprar um bilhete de loteria. Leia o resto deste post »

Investir no curtíssimo prazo exige estratégia, disciplina e controle emocional

Oi amigos, tudo bem?

Aqui vai um excelente artigo do site Infomoney falando sobre day trade no mercado de ações, com as idéias do famoso investidor e guru do mercado financeiro Alexander Elder. Muito interessante pra quem se interessa por essa modalidade de investimento.

No prospecto da oferta primária de ações da Petrobras (PETR3, PETR4), um aviso claro indicava que o mercado acionário apresenta riscos e é um investimento de longo prazo. Mas e se o investidor quiser ganhar dinheiro no curto prazo? Ou, mais especificamente, com operações de apenas um dia?

O day trade popularizou-se a partir dessa demanda. Investidores que querem aproveitar ganhos de curtíssimo prazo montam posições, compradas ou vendidas, e as desmontam no mesmo pregão, lucrando a diferença obtida. É claro, no entanto, que essa diferença nem sempre se dá no sentido planejado na hora da aplicação.

Cinco regras para um trade de sucesso
Para Alexander Elder, “ex” médico russo, radicado nos EUA, agora trader em tempo integral, são cinco as regras básicas que devem ser adotadas para aumentar essa margem de acerto. Autor de “Aprenda a operar no mercado de ações“, Elder participou do Money Talks da última semana e disse que cada operação merece três números essenciais.

O primeiro é o ponto de entrada, o segundo é a meta de ganhos para aquele trade e o terceiro é o stop loss. Ou seja, é necessário que o investidor defina, de antemão, o limite máximo de perdas a que aquele trade está exposto e que sinalize qual é a hora apropriada para assumir o erro e sair da posição.

A outra regra é dos 2% de risco na carteira, o que não significa que apenas essa percentagem do portfólio será alocado em ações. Em um exemplo prático, Elder lembrou que uma ação comprada a R$ 50 com stop em R$ 49 tem um risco de R$ 1, e não de R$ 50. Se o investidor adquiriu 500 papéis, esse risco passa a ser R$ 500 – ou 2% do investimento. Leia o resto deste post »

As lições dos bilionários

Oi amigos, tudo bem?

Dizem que a melhor maneira de aprender a fazer algo é aprender com aqueles que são bons naquele assunto.

Se quisermos aprender a ganhar dinheiro, então devemos aprender com pessoas que ganharam  muito dinheiro.

Veja essa matéria da Istoé Dinheiro, sobre bilionários brasileiros e suas dicas:

Por mais que analistas, consultores e especialistas no mercado financeiro dêem dicas pertinentes de investimentos, ninguém pode falar sobre dinheiro com a autoridade de um bilionário. Esse sujeito tem a seu favor a vantagem de ter conquistado aquilo que a maioria dos homens de negócios deseja, enquanto os simples mortais em geral não conseguem transformar o discurso em realidade.

O conforto do sucesso também permite aos bilionários expor o que pensam sem a preocupação de agradar ou incomodar ninguém, já que eles próprios são a referência na área em que atuam. Melhor ainda: esse seleto grupo não está contaminado por interesses de terceiros, como bancos e corretoras.

DINHEIRO entrevistou quatro empresários e investidores que construíram suas próprias fortunas e que somam quantias que chegam a algumas centenas de milhões de reais. Alguns deles são de fato bilionários na chamada pessoa física, enquanto outros controlam grupos com patrimônios avaliados na casa do bilhão. Todos apresentaram algumas lições valiosas para aqueles que sonham seguir o mesmo caminho – o da fortuna. Leia o resto deste post »

Entrevistas em vídeo com Eike Batista

Carlos Slim e a simplicidade da maior fortuna do mundo

Oi amigos, tudo bem?

Estou postando uma matéria muito legal do site Infomoney, sobre Carlos Slim, o homem mais rico do mundo atualmente.

Muitos nascem em berço de ouro, porém o Toque de Midas é exclusivo a predestinados.

A afirmação explica como Carlos Slim Helú, mexicano de origem libanesa, emergiu de comerciante local para se tornar o homem mais rico do mundo, conforme a lista da revista Forbes, com fortuna estimada de US$ 53,5 bilhões.

A história do comerciante inicia-se em 1948 quando, com somente oito anos, começa a ajudar seu pai na loja “Estrella do Oriente”, próxima ao Palácio Nacional, na Cidade do México. Aos 12 anos, abriu uma conta bancária com US$ 400,00 – fruto da venda de doces a seus primos, durante os almoços de família aos domingos.

Seis anos depois, Slim entra na Unam (Universidad Autónoma Nacional de México) e sai graduado em engenharia civil, dando monitoria de Álgebra e Programação Linear durante sua estadia na universidade.

Em 1960, aos 21 anos e recém-formado, o comerciante se casa e recebe um terreno de seu pai. Ao invés de construir uma casa luxuosa para sua nova família, Slim vende o terreno a uma construtora e recebe apartamentos em troca, explicitando sua primeira fonte de enriquecimento: o setor imobiliário.

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Não basta investir em um bom negócio

Oi amigos

Tudo bem?

Aqui vai mais uma excelente entrevista retirada do site Portal Exame, com um dos gestores de uma das assets que eu mais admiro, a Tarpon.

O sócio Pedro de Andrade Faria explica que por que muitas vezes a Tarpon precisa buscar empresas com baixa liquidez, governança ruim ou estrutura societária complexa

Separar o que é apenas um bom negócio do que é realmente um bom investimento tem sido, desde 2002, o grande desafio dos gestores da Tarpon, uma das duas únicas gestoras de recursos do Brasil a ter ações negociadas na Bovespa – a outra é o GP. Com 2,5 bilhões de dólares sob administração, o time da Tarpon está à caça de empresas de capital aberto ou fechado que sejam promissoras, mas que, naquele momento específico, estejam sendo enxergadas com pessimismo pelo mercado por algum motivo. Em geral, esse é o caso de boas empresas que tenham ações com baixa liquidez, uma governança ruim ou uma estrutura acionária complexa.
Queria eu dizer que inventamos essa filosofia de contramão , diz Pedro de Andrade Faria, sócio da Tarpon. Segundo ele, é preciso “gastar muita sola de sapato” e estudar profundamente uma empresa para entender, “já na largada”, quando um negócio em si é ruim e quando trata-se apenas de um ou outro problema pontual. A estratégia, no entanto, tem se provado vencedora. A Tarpon acumula um ganho de 36% ao ano desde sua criação em 2002. Entre os casos em que a gestora foi muito feliz, Faria cita o do Pão de Açúcar, que passou de “patinho feio” a “princesa” do mercado nos últimos três anos – e lhe proporcionou lucros extraordinários.

Faria está no mercado desde 1995 e teve passagens pelo Chase Manhattan e pelo banco Pátria, onde conheceu José Carlos Magalhães, o fundador da Tarpon, conhecido no mercado como Zeca. Hoje seu trabalho é fazer a interface com as empresas que recebem os investimentos. Ocupa uma cadeira no conselho de administração de seis companhias (Comgás, BrasilAgro, Direcional Engenharia, Cremer, Omega Energia Renovável e da própria Tarpon) e também coordena o time de análise de investimentos. No momento, a principal aposta da Tarpon são as ações da Brasil Foods, onde foram investidos mais de 700 milhões de reais. Em seguida, aparecem duas varejistas do setor de vestuário, a Marisa e a Hering. Na entrevista a seguir, Faria explica os motivos para a aposta nessas empresas e os pilares de investimento da Tarpon:

Como são tomadas as decisões de investimento na Tarpon?
Tudo aqui é muito baseado em consenso. Temos um comitê de investimentos para discutir onde aplicar o dinheiro. O Zeca é o gestor do portfólio, responsável por determinar quais investimentos vão diminuir ou aumentar. Eu sou a pessoa que trabalha junto com ele, mas menos com a gestão do portfólio e mais com as empresas. Faço a interface com as companhias em que investimentos para que a estratégia que pensamos efetivamente aconteça. Nosso time gosta de ser profundo nos poucos negócios em que investimos. Concentramos ao máximo nossas iniciativas para termos capacidade e tempo para nos mantermos informados. Leia o resto deste post »

Eike Batista, de garimpeiro de oportunidades a homem mais rico do Brasil

Oi amigos, tudo bem?

Estou postando uma matéria bem legal que vi no site InfoMoney, sobre o mais rico dos brasileiros: Eike Batista.

Visionário, megalomaníaco, brilhante, exibicionista, ousado, supersticioso. Não são poucas as características capazes de descrever Eike Fuhrken Batista, o homem mais rico do Brasil e oitavo na listagem mundial segundo a revista Forbes, ao ser detentor de uma fortuna de aproximadamente US$ 27 bilhões.

Personagens do Mercado vai à procura da história atrás do mito, ao revelar como o mineiro de Governador Valadares conseguiu multiplicar 45 vezes seu patrimônio em 28 anos, entre reviravoltas, turbulências e algumas pitadas de sorte.

Primeiros passos
Nascido em Minas Gerais e criado no Rio de Janeiro, Eike deixa a cidade maravilhosa aos 12 anos e, com sua família, vai morar em Frankfurt, como decorrência a missão de seu pai, Eliezer Batista, incumbido de desenvolver a divisão europeia da Vale, empresa da qual foi presidente por dez anos.

Aos 18, o mineiro decide cursar engenharia metalúrgica na Universidade de Aachen, considerada como uma das melhores da Europa na área. Durante sua estadia universitária, aperfeiçoou o inglês e aprendeu francês, além de praticar o alemão, o qual já falava em casa – fruto de sua descendência germânica, explicitada pela nacionalidade de sua mãe, Jetta Batista.

Por lá, com a renda apertada de um universitário, Eike começou a trabalhar como corretor de seguros, vendendo-os de porta em porta na pequena Aachen, de 260 mil habitantes. Depois, montou uma espécie de trading, ao negociar produtos brasileiros com comerciantes na Europa e na África.

De volta ao Brasil em 1980, inicia sua escalada empreendedora, a qual pode ser dividida em três fases: as aventuras na Amazônia e no Mato Grosso, a fundação da TVX e a expansão gigantesca e exponencial de sua holding, a EBX.

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O futuro da geração

Oi amigos, tudo bem?

Retirado do site http://www.istoedinheiro.com, sobre o falecimento de Edmundo Valadão do Banco Geração Futuro

Edmundo Valadão, o banqueiro que mais cresceu no Brasil nos últimos anos, morreu no último fim de semana, vítima de um câncer. Mas sua sucessão já foi preparada e a filosofia de investimentos será mantida

A mais espetacular história de crescimento ocorrida no sistema financeiro brasileiro nos últimos anos ainda não foi contada. E, se dependesse do homem que foi responsável pela façanha, o discreto banqueiro Edmundo Valadão, dificilmente seria. A história em questão é a do Banco Geração Futuro, fruto da união entre as corretoras Geração e Futuro, de Porto Alegre e do Rio de Janeiro.

Nos últimos anos, nenhum outro banco deu um salto tão grande. Desde 2002, a base de clientes e o patrimônio sob gestão cresceram mais de 4.200% – hoje, são mais de 75 mil investidores e R$ 7 bilhões em carteira. Por trás desses números grandiosos, estava um empresário pragmático, tímido, focado nos negócios e que se foi, aos 68 anos.

No domingo 28 de fevereiro, Valadão, natural de Guaratinguetá, cidade no interior de São Paulo, não resistiu a um câncer na bexiga contra o qual lutava havia vários anos. Antes de partir, ele organizou a própria sucessão. As duas áreas que ele comandava, o comitê de gestão e a direção comercial, serão assumidas pelos executivos Afonso Arnhold e Joaquim Baião. E a parte administrativa seguirá com Amilton Barbelotti, sócio e concunhado de Valadão. “O modelo de sucesso criado pelo Edmundo não vai mudar”, disse à DINHEIRO a diretora Ana Clara Rodrigues. Leia o resto deste post »

Gosto de investir no que os outros têm preconceito

Oi Amigos

Tudo bem? Aqui vai alguns trechos de uma matéria muito boa do Portal Exame, com um grande gestor brasileiro e  com idéias muito interessantes de como investir seu dinheiro.

Entrevista com o fundador da Polo Capital

Gestora carioca obteve um retorno anual de 40% desde 2002 ao apostar em operações pouco usuais no mercado brasileiro

A carioca Polo Capital é uma gestora de recursos pouco ortodoxa – segundo seus próprios sócios. Com 2 bilhões de reais divididos em sete fundos, a empresa obteve desde 2002 uma rentabilidade anual de 40% apostando, principalmente, em operações que exigem uma especialização que a maioria dos investidores não tem. “Gostamos de investir no que os outros têm preconceito”, diz o sócio e cofundador da Polo Capital Marcos Duarte.

A estratégia mais utilizada pela Polo é conhecida no mercado como “valor relativo” ou “long-short”. O gestor define um par de ações e fica comprado em uma e vendido em outra. Se a diferença de valor entre os papéis crescer com o tempo, a Polo embolsa essa variação, e vice-versa. Nesse tipo de operação, a gestora fica exposta apenas ao risco específico da oscilação desses dois papéis. Não interessa se a bolsa vai subir ou cair – tanto que a Polo foi uma das poucas empresas do mercado que ganhou dinheiro com renda variável em um ano difícil como 2008.

Mesmo quando decide ficar somente comprada em ações, a gestora usa estratégias incomuns. Entre os setores preferidos está o de telecomunicações, bastante evitado por outros fundos devido ao grande número de conflitos societários. Empresas em dificuldades financeiras e até com risco de quebrar também chamam a atenção da Polo – principalmente quando há uma chance de recuperação. Foi com essa filosofia que a gestora ganhou muito dinheiro com as construtoras e os bancos médios no ano passado.

Na área de renda fixa, a aposta da Polo foi se especializar em empréstimos a empresas com ações em bolsa quando praticamente todos os bancos brasileiros só aplicavam dinheiro em títulos público para aproveitar os juros altos. Como o risco de fazer tudo tão diferente do resto do mercado é alto, a gestora não abre mão da diversificação. Os fundos da Polo costumam ter entre 40 e 60 posições diferentes

Como é a filosofia de investimentos da Polo Capital?
A gente tenta explorar áreas em que tenhamos uma habilidade específica ou em que os competidores não tenham essa vantagem competitiva. A área de valor relativo, em que usamos estratégias long-short, é uma delas. A outra área que a gente atacou de forma frontal são os empréstimos a empresas abertas. Há uma sinergia muito grande porque nossos analistas de ações já estudam o balanço das empresas. Às vezes, chegamos à conclusão que o preço da ação está num valor justo, mas a dívida oferece uma oportunidade. Como o Brasil vem de décadas de juro real muito alto, existia uma aversão muito grande por crédito a empresas até por parte dos bancos.
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Lições de um investidor

Oi amigos, tudo bem?

Aqui vai uma matéria bem legal retirada do Portal Exame sobre um grande investidor brasileiro e suas experiências na bolsa de valores, vale a pena ler.

LIRIO PARISOTTO TINHA 1,6 BILHÃO DE REAIS APLICADOS NA BOLSA BRASILEIRA QUANDO A CRISE FINANCEIRA INTERNACIONAL ABALOU O MERCADO. PERDEU 1 BILHÃO, MAS DOBROU A APOSTA – E SE DEU MUITO BEM

O gaúcho Lirio Parisotto – dono de um patrimônio de 2,1 bilhões de reais em ações – percorreu um longo caminho até se tornar um dos maiores investidores da bolsa de valores. Em 1971, com 18 anos, o filho de agricultores pobres tirou o primeiro lugar em um concurso de monografias organizado pelo Ministério do Exército, com um texto sobre o serviço militar obrigatório. Estudante do ensino secundário, recebeu como prêmio uma quantia equivalente a  um Fusca, o que parecia ser a solução ideal para quem dependia da carona dos amigos e do transporte público para se locomover. Animado pela alta da  bolsa, Parisotto decidiu investir tudo em ações. Em pouco tempo, o que tinha sido “o di nheiro do Fusca” não dava para comprar uma bicicleta. Desanimado  com o estouro da bolha, ele vendeu todas as ações. “Meu erro foi a ganância: sonhei ter dois Fuscas em seis meses e fiquei sem nenhum.

Quinze anos mais tarde, já como um bem-sucedido dono de loja de eletrodomésticos na Serra Gaúcha, Parisotto voltou à carga. O valor era outro – 500 000  dólares -, mas o desenlace foi o mesmo. Investiu no pico do Ibovespa, teve um prejuízo de 200 000 dólares e saiu da bolsa. “Cometi o segundo pecado de aplicar dinheiro que eu iria precisar no curto prazo.”

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