Acertando na mosca

Oi amigos, tudo bem?. Essa é uma reportagem retirada do site da Istoé Dinheiro, falando sobre as ações que mais se destacaram em 2010, algumas tiveram um resultado espetacular, com rendimento acima de 250%!  Importante notar como a lista é dominada por empresas fora do Ibovespa.

Confira o desempenho das empresas e dos setores no ano em que a mira precisa foi fundamental

Quem investiu em ações em 2010 precisou contar com a mira certeira e a mão firme de um atirador de facas. As incertezas sobre a recuperação da economia americana e a crise na Europa afetaram bastante o comportamento da bolsa brasileira.

Assim, quem vinculou suas aplicações ao Índice Bovespa sentiu calafrios: nos 12 meses findos em 30 de novembro, o índice subiu apenas 0,99%, sequer compensando a inflação de 5,6% do período.
Mas quem mirou nos papéis do mercado interno tem motivos de sobra para receber os aplausos do respeitável público. As empresas voltadas ao mercado consumidor brilharam em 2010.
A ação mais rentável do período foi Hering ON, cujas ações valorizaram-se 252,6%. Lojas Marisa ON e Le Lis Blanc ON também brilharam. Leia o resto deste post »

As lições dos bilionários

Oi amigos, tudo bem?

Dizem que a melhor maneira de aprender a fazer algo é aprender com aqueles que são bons naquele assunto.

Se quisermos aprender a ganhar dinheiro, então devemos aprender com pessoas que ganharam  muito dinheiro.

Veja essa matéria da Istoé Dinheiro, sobre bilionários brasileiros e suas dicas:

Por mais que analistas, consultores e especialistas no mercado financeiro dêem dicas pertinentes de investimentos, ninguém pode falar sobre dinheiro com a autoridade de um bilionário. Esse sujeito tem a seu favor a vantagem de ter conquistado aquilo que a maioria dos homens de negócios deseja, enquanto os simples mortais em geral não conseguem transformar o discurso em realidade.

O conforto do sucesso também permite aos bilionários expor o que pensam sem a preocupação de agradar ou incomodar ninguém, já que eles próprios são a referência na área em que atuam. Melhor ainda: esse seleto grupo não está contaminado por interesses de terceiros, como bancos e corretoras.

DINHEIRO entrevistou quatro empresários e investidores que construíram suas próprias fortunas e que somam quantias que chegam a algumas centenas de milhões de reais. Alguns deles são de fato bilionários na chamada pessoa física, enquanto outros controlam grupos com patrimônios avaliados na casa do bilhão. Todos apresentaram algumas lições valiosas para aqueles que sonham seguir o mesmo caminho – o da fortuna. Leia o resto deste post »

O futuro da geração

Oi amigos, tudo bem?

Retirado do site www.istoedinheiro.com, sobre o falecimento de Edmundo Valadão do Banco Geração Futuro

Edmundo Valadão, o banqueiro que mais cresceu no Brasil nos últimos anos, morreu no último fim de semana, vítima de um câncer. Mas sua sucessão já foi preparada e a filosofia de investimentos será mantida

A mais espetacular história de crescimento ocorrida no sistema financeiro brasileiro nos últimos anos ainda não foi contada. E, se dependesse do homem que foi responsável pela façanha, o discreto banqueiro Edmundo Valadão, dificilmente seria. A história em questão é a do Banco Geração Futuro, fruto da união entre as corretoras Geração e Futuro, de Porto Alegre e do Rio de Janeiro.

Nos últimos anos, nenhum outro banco deu um salto tão grande. Desde 2002, a base de clientes e o patrimônio sob gestão cresceram mais de 4.200% – hoje, são mais de 75 mil investidores e R$ 7 bilhões em carteira. Por trás desses números grandiosos, estava um empresário pragmático, tímido, focado nos negócios e que se foi, aos 68 anos.

No domingo 28 de fevereiro, Valadão, natural de Guaratinguetá, cidade no interior de São Paulo, não resistiu a um câncer na bexiga contra o qual lutava havia vários anos. Antes de partir, ele organizou a própria sucessão. As duas áreas que ele comandava, o comitê de gestão e a direção comercial, serão assumidas pelos executivos Afonso Arnhold e Joaquim Baião. E a parte administrativa seguirá com Amilton Barbelotti, sócio e concunhado de Valadão. “O modelo de sucesso criado pelo Edmundo não vai mudar”, disse à DINHEIRO a diretora Ana Clara Rodrigues. Leia o resto deste post »

Lições de um investidor

Oi amigos, tudo bem?

Aqui vai uma matéria bem legal retirada do Portal Exame sobre um grande investidor brasileiro e suas experiências na bolsa de valores, vale a pena ler.

LIRIO PARISOTTO TINHA 1,6 BILHÃO DE REAIS APLICADOS NA BOLSA BRASILEIRA QUANDO A CRISE FINANCEIRA INTERNACIONAL ABALOU O MERCADO. PERDEU 1 BILHÃO, MAS DOBROU A APOSTA – E SE DEU MUITO BEM

O gaúcho Lirio Parisotto – dono de um patrimônio de 2,1 bilhões de reais em ações – percorreu um longo caminho até se tornar um dos maiores investidores da bolsa de valores. Em 1971, com 18 anos, o filho de agricultores pobres tirou o primeiro lugar em um concurso de monografias organizado pelo Ministério do Exército, com um texto sobre o serviço militar obrigatório. Estudante do ensino secundário, recebeu como prêmio uma quantia equivalente a  um Fusca, o que parecia ser a solução ideal para quem dependia da carona dos amigos e do transporte público para se locomover. Animado pela alta da  bolsa, Parisotto decidiu investir tudo em ações. Em pouco tempo, o que tinha sido “o di nheiro do Fusca” não dava para comprar uma bicicleta. Desanimado  com o estouro da bolha, ele vendeu todas as ações. “Meu erro foi a ganância: sonhei ter dois Fuscas em seis meses e fiquei sem nenhum.

Quinze anos mais tarde, já como um bem-sucedido dono de loja de eletrodomésticos na Serra Gaúcha, Parisotto voltou à carga. O valor era outro – 500 000  dólares -, mas o desenlace foi o mesmo. Investiu no pico do Ibovespa, teve um prejuízo de 200 000 dólares e saiu da bolsa. “Cometi o segundo pecado de aplicar dinheiro que eu iria precisar no curto prazo.”

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Entrevista com o gestor da Rio Bravo Investimentos

Oi amigos, tudo bem?

Recentemente vi no site do Portal EXAME uma entrevista excelente com Mário Fleck, da Rio Bravo Investimentos.

É muito interessante saber como pensam os grandes investidores brasileiros e assim aprender algumas coisas muito importantes.

Aí vai a entrevista:

“Não compramos promessas”, afirma presidente da Rio Bravo

Mário Fleck diz que só considera os ativos reais de uma empresa em suas análises e que pode gastar até 12 meses estudando uma companhia antes de comprar suas ações

Para entender como funciona o processo de decisão de investidores profissionais, o Portal EXAME vai publicar, durante os próximos meses, entrevistas com alguns dos maiores gestores de recursos do país. A ideia é reunir lições valiosas para que pequenos investidores possam administrar suas próprias aplicações com um maior embasamento técnico. O escolhido para iniciar a série de entrevistas foi Mário Fleck, presidente da Rio Bravo Investimentos, que administra 3,5 bilhões de reais divididos principalmente entre fundos imobiliários (2 bilhões de reais) e ações (600 milhões de reais).

Fleck é, há cinco anos, o responsável pela gestão do fundo de ações da Rio Bravo. Antes, presidiu por 14 anos a unidade brasileira da Accenture, uma das maiores empresas de consultoria do mundo. Faz parte do conselho de administração da Cremer e da Eternit e já foi conselheiro da Unipar e da Ferbasa. Na Rio Bravo, desenvolveu uma filosofia de investimentos de longo prazo e mantém em carteira somente 10 a 15 empresas, escolhidas após um processo criterioso de análise. Escolher uma única ação desse portfólio pode levar até 12 meses. “Nosso negócio não é comprar futuro, comprar promessa. A gente quer olhar [a situação da empresa] hoje”, diz. Leia a seguir os principais trechos da entrevista:

Portal EXAME – Como a Rio Bravo investe?

Mário Fleck - A Rio Bravo é uma gestora de investimentos muito fundamentalista, de longo prazo. Não somos uma instituição nervosa, que faz transações de curto prazo, corre para lá e para cá, muda de posição, tenta usar técnicas, tecnologias e gráficos. Nosso maior foco está nos fundos imobiliários, um negócio de longo prazo em que aplicamos 2 bilhões de reais. Temos também uns 250 milhões em private equity, que é ainda mais de longo prazo. Na direção de oposta, de maior liquidez, temos 600 milhões em fundos de ações. Também aplicamos em fundos multimercados e agora temos cerca de 300 milhões em private banking, que é uma área de assessoria financeira para famílias. Os clientes desses produtos são os investidores institucionais, fundos de pensão e pessoas físicas. Nós investimos o dinheiro deles.

Portal EXAME – Qual foi o resultado do fundo de ações em 2009?

Fleck – Acabou sendo um ano diferente do que parecia que ia ser. Em dezembro de 2008, o cenário era totalmente incerto. Mas o Rio Bravo Fundamental FIA, que é nosso carro-chefe em ações, conseguiu uma valorização de 85% até agora. Portanto, acima do Ibovespa. Ele começou o ano com um patrimônio de 250 milhões de reais e está fechando com 600 milhões de reais. Esse fundo tem cinco anos e um trimestre de existência e obteve uma rentabilidade média espetacular de 35% a 36% ao ano, já descontadas as taxas cobradas dos investidores.

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