Os fundos de ações mais rentáveis de 2010

Oi amigos, tudo bem? Essa reportagem retirada do site Exame.com fala sobre o desempenho dos 10 melhores fundos de ações no ano de 2010.

Um ponto que chama a atenção é que a maior parte deles é de gestores pouco conhecidos, o que acaba dando mais trabalho para o investidor na hora de escolher o fundo, mas pode acabar trazendo resultados muito interessantes.Outro detalhe importante foi que a maioria dos fundos campeões tinham uma carteira com pouca correlação com o Ibovespa.

Vale lembrar que é importante pesquisar bem antes de investir, tanto em uma asset pequena quanto num grande banco.

Pesquisa com base em números da Anbima mostra que apenas um dos dez fundos de ações com maior rentabilidade é gerido por um grande banco.

Nove dos dez fundos de ações mais rentáveis do Brasil em 2010 são administrados por gestoras de recursos independentes, segundo um levantamento feito por EXAME.com a partir de uma consulta aos dados publicados no site Como Investir, da Anbima (a associação dos bancos de investimento e gestoras de recursos). A exceção da lista é o fundo Unibanco Micro Cap FIC FIA, administrado pelo Itaú Unibanco, que ficou em quinto lugar em rentabilidade. Segundo o ranking publicado logo abaixo, o primeiro colocado foi um fundo da gestora de recursos Skopos, que obteve uma rentabilidade de 47,03%, contra apenas 1,04% do Ibovespa. Leia o resto deste post »

As corretoras que indicaram as melhores ações em 2010

Oi amigos. Tudo bem?

O site Exame. com, costuma apresentar mensalmente as carteiras recomendadas por várias corretoras. Recentemente foi publicada uma matéria avaliando e comparando o desempenho desses carteiras ao longo do ano de 2010, excelente matéria, muito interessante. Vale a pena conferir.

Em um ano em que o Ibovespa subiu só 1%, a carteira recomendada pelos analistas do Bradesco BBI apresentou valorização de 28,5% e superou as das demais corretoras

Em 2010, o Ibovespa fechou o ano com uma alta de apenas 1,04%. Se o módico desempenho não chega a despertar entusiasmo, especialmente quando comparado aos 82 pontos percentuais cravados em 2009, a valorização das carteiras recomendadas por algumas corretoras e bancos mostra que o ano não foi exatamente amargo para quem apostou nesses relatórios ao balizar suas decisões de investimento na renda variável.

Quem seguiu o portfólio sugerido mês a mês pelo Bradesco BBI levou para casa um retorno de nada menos que 28,5% ao cabo de 2010. O rendimento foi quatro vezes superior ao da tradicional poupança, que terminou o ano em 6,9%. Embora nenhum dos resultados analisados tenha ficado abaixo da valorização registrada pelo Ibovespa, a carteira de algumas corretoras, por outro lado, perdeu ou praticamente empatou com a inflação.

Segundo estimativas do mercado, a subida de preços medida pelo IPCA deverá chegar a 5,9% em 2010. O percentual é maior do que o apresentado pelo portfólio da Planner, que terminou o ano com uma valorização de 5,02%. Na carteira do BB Investimentos, a alta foi levemente superior, chegando a 6,21%. Leia o resto deste post »

Com alta de 65,8%, ação da Souza Cruz lidera ganhos do Ibovespa em 2010

Oi amigos, tudo bem?

Vou começar o ano postando ese artigo do site infomoney falando sobre os destaques do Ibovespa nesse ano que acabou. Apesar do Ibovespa ter subido muito pouco no ano, quem apostou nessas companhias teve retornos significativos. Conheça as campeãs do ano de 2010 e os motivos do sucesso delas.

O setor de consumo e varejo foi o grande destaque da bolsa brasileira em 2010. Contrariando o decepcionante desempenho do Ibovespa, que registrou uma modesta valorização de 1,04% no ano, as três ações com maiores altas do índice no período pertencem a empresas desse segmento: Souza Cruz (CRUZ3, +65,78%), AmBev (AMBV4, +50,86%) e Lojas Renner (LREN3, +47,83%).

Embora a fabricante a cigarros e a distribuidora de bebidas já ocupassem com certa vantagem suas respectivas posições, a varejista têxtil conquistou o último degrau do pódio apenas nesta quinta-feira (30), quando suas ações tiveram o segundo melhor desempenho do Ibovespa (+2,73%), ultrapassando a até então terceira colocada Braskem (BRKM5). A petroquímica registrou queda de 1,11%  neste pregão, fechando o ano com valorização de 44,67%.

Maiores altas do Ibovespa
em 2010
Empresa Ação Variação Fechamento
em 30/12
Souza Cruz CRUZ3 +65,78% R$ 90,39
AmBev AMBV4 +50,86% R$ 50,52
Lojas Renner LREN3 +47,83% R$ 56,40
Braskem BRKM5 +44,67% R$ 20,37
Natura NATU3 +36,74% R$ 47,69

De uma maneira geral, o cenário atual da economia brasileira contribuiu para o bom desempenho dessas três empresas. Junto com o crescimento da atividade do País, outros diversos indicadores econômicos mostraram evolução em 2010. A taxa de desemprego caiu a níveis recordes, ao passo que o volume de crédito, a confiança do consumidor e o aumento da renda média do brasileiro seguiu em trajetória ascendente.

Toda essa prosperidade colaborou para um aumento no consumo da população, impulsionando as vendas das empresas com forte atuação no varejo doméstico.

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O jeito certo de investir de R$ 10.000 a R$ 10 milhões

Oi amigos, tudo bem?

Aqui vai uma reportagem bem interessante do site Exame.com falando sobre algumas maneiras de investir determinadas quantias na bolsa de valores, dependendo da quantidade disponível para aplicar e do seu grau de conhecimento sobre o mercado financeiro.

Fundos de índice de ações são a melhor opção para investir 10.000 reais

A melhor forma de constituir uma carteira diversificada de ações com pouco dinheiro é por meio da compra dos chamados ETFs, que são fundos de índices de ações negociados em bolsa. Os ETFs são administrados pelo Itaú ou BlackRock. A carteira de papéis desses fundos podem seguir:

1) um índice com as principais ações da bolsa (como o Ibovespa, o IBrX-50 e o IBrX-100); 2) um índice focado em empresas médias e pequenas (MidLarge Cap ou Small Cap); ou 3) um índice específico de determinado setor (Índice BM&FBovespa de Consumo ou Índice BM&FBovespa Imobiliário).

Com qualquer uma dessas opções, o investidor estará bem diversificado e não sofrerá grandes perdas se uma empresa da carteira passar por sérias dificuldades. O produto é bastante recomendado por especialistas para quem tem pouco tempo para acompanhar o mercado ou mesmo como porta de entrada para a bolsa. Outra grande vantagem dos ETFs é a baixa taxa de administração, que alcança no máximo 0,69% ao ano. A imensa maioria dos bancos e assets vão cobrar taxas de administração bem maiores nos fundos ativos de ações.

“É por isso que existem vários estudos que mostram que o investidor ganha mais nos fundos passivos, o que inclui os ETFs”, diz o professor de finanças Jurandir Sell Macedo, da UFSC. O único problema dos ETFs é que o investidor precisa abrir uma conta em uma corretora para negociá-los. “Mas ao contratar uma corretora o investidor pode aplicar dinheiro também no Tesouro Direto e fugir das taxas de administração altas tanto na bolsa quanto na renda fixa”, diz Fernando Meibak, da Moneyplan Consultoria. Leia o resto deste post »

Cinco maneiras de dobrar seu investimento

Oi amigos, tudo bem?Aqui vai uma matéria interessante do site Portal Exame, com várias estratégias de investimento para vários perfis de investidores..

Saiba como maximizar o retorno da sua aplicação independente de ter um perfil moderado ou agressivo

A ideia de ver uma aplicação dobrar de tamanho mexe com a cabeça de quem poupa mensalmente para formar um colchão robusto lá na frente. Medida concreta de que os investimentos vão bem, obrigado, a duplicação dessa reserva é o que motiva muita gente a optar por alternativas excessivamente arriscadas. Seja qual for o seu perfil, fique por dentro de cinco estratégias para turbinar a poupança sem entrar em uma furada a partir das sugestões do site americano Investopedia.

1. O jeito clássico
Apontado por muitos como uma das maneiras mais fáceis de dobrar o investimento em um período razoável de tempo, um portfólio de ações com grandes e reconhecidas empresas é a escolha de muita gente para ganhar dinheiro.

A despeito da aplicação não dobrar de tamanho em um ano, é quase certo que será possível atingir a façanha em algum momento. A regra do 72 é uma boa medida para calcular em quanto tempo isso deve acontecer. Divida este o número pela rentabilidade anual entregue pelos seus investimentos. O resultado dará o número de anos necessários para ver a bolada dobrar. Assim, com um retorno de 18% ao ano, o patrimônio deve ser duplicado em quatro anos (72 / 18 = 4).

Levantamento da corretora TOV mostra que no longo prazo as ações são mesmo a modalidade mais lucrativa do mercado. E a performance das grandes empresas e suas blue chips provam o porquê. Até abril, o Ibovespa, principal índice da bolsa, apresentou um rendimento médio de 31,28% ao ano, considerados para o cálculo os seus 42 anos de existência. É verdade que o rendimento não é linear: foram 26 anos de alta e 16 anos de baixa. Ainda assim, se o horizonte é de longo prazo, as chances de sair da aplicação com um bom lucro não devem ser desprezadas. Leia o resto deste post »

Pequenas empresas podem entregar grandes lucros

Oi amigos, tudo bem?

Essa é uma reportagem muito interessante sobre investimento em ações de empresas menores e menos conhecidas, mas com potencial muito grande de valorização, eu particularmente gosto muito desse tipo de empresa.

Matéria retirada do site Portal Exame.

Conheça a dinâmica das small caps, as ações ideais para quem tem tempo para acompanhar uma companhia e estômago para correr riscos

O investimento em ações de empresas com baixo valor de mercado (“small caps”, no jargão de mercado) é mais ou menos como o garimpo. Da mesma forma que alguém pode passar dias ou meses cavando uma jazida estéril, também existe a chance de topar com um diamante bruto. Os riscos, portanto, são enormes. Para não perder dinheiro, o investidor primeiro precisará entender a dinâmica da empresa para então aprender a diferenciar uma pedra preciosa do cascalho. A busca se dará em um ambiente ermo. A imprensa o manterá informado sobre a Vale, a Petrobras e mais duas dezenas de companhias abertas, mas não poderá ajudar muito com as small caps. Tampouco conte com sua corretora para lhe indicar o mapa da mina. A maior parte dessas instituições possui uma equipe enxuta de analistas que cobre principalmente as ações mais negociadas da bolsa.Caso queira saber o que se passa no subterrâneo de uma pequena companhia, muitas vezes será necessário ir a campo, entrevistar executivos e especialistas, gastar a lâmina da picareta e cavar informações bem lá no fundo. Se o trabalho de exploração for bem feito, as chances de encontrar uma pepita valiosa crescem exponencialmente. Boa parte dos investidores não tem tempo nem interesse em acompanhar as small caps e é natural que haja riquezas escondidas onde ninguém procurou. Mas não espere encontrar uma fortuna a cada esquina. Em geral, com alguma sorte e muita competência, será possível identificar uma pedra bruta que, depois de lapidada, verá seu valor disparar.

Em 2009, quem garimpou as melhores small caps terminou o ano com os bolsos cheios. Os papéis de pequenas empresas foram as vedetes do mercado de ações no Brasil. Enquanto o Ibovespa, que lista as companhias mais líquidas e representativas da bolsa, subiu 82%, a valorização do Índice Small Cap (SMLL) chegou a 137%. Considerando a rentabilidade acumulada nos últimos 12 meses, o desempenho do Índice Small Cap permanece na dianteira com um crescimento de 54%, três vezes superior ao do mais tradicional indicador brasileiro. Leia o resto deste post »

Fundos de ações são opção para investidor com sangue frio

Oi amigos, tudo bem?

Essa é uma matéria muito interessante do Portal Exame, sobre fundos de ações, uma opção muito interessante para investidores agressivos.

Estudo mostra que a bolsa dá o melhor retorno no longo prazo, mas investidor precisa ter estômago para suportar a alta volatilidade e tempo para recuperar eventuais perdas

O investimento em ações costuma mexer com a mente dos que sonham com o enriquecimento súbito. Histórias de investidores que se tornaram milionários aproveitando bons momentos nas bolsas pautam blogs na internet, ocupam as prateleiras das livrarias e enchem de alunos as salas onde são ministrados cursos sobre o mercado acionário. Contudo, ganhar com as oscilações da bolsa requer um conhecimento que não surge da noite para o dia. Para os iniciantes, entregar o dinheiro a um profissional com tempo para acompanhar o noticiário econômico e experiência para avaliar o impacto dos fatos sobre as cotações parece o caminho mais sábio a seguir. E a forma mais fácil de fazer isso é investir seu dinheiro em um fundo de ações.

Ainda que essa seja uma boa alternativa para o investidor pouco experiente, delegar a administração a um gestor não livra a aplicação dos riscos associados à renda variável. Os fundos de ações investem no mínimo 67% do seu capital em papéis negociados na bolsa, o que significa que pelo menos dois terços do patrimônio ficam sujeitos às oscilações do mercado. Portanto, especialistas desaconselham investimentos de curto prazo em bolsa, mesmo por meio de fundos. Leia o resto deste post »

Entrevista com o gestor da Rio Bravo Investimentos

Oi amigos, tudo bem?

Recentemente vi no site do Portal EXAME uma entrevista excelente com Mário Fleck, da Rio Bravo Investimentos.

É muito interessante saber como pensam os grandes investidores brasileiros e assim aprender algumas coisas muito importantes.

Aí vai a entrevista:

“Não compramos promessas”, afirma presidente da Rio Bravo

Mário Fleck diz que só considera os ativos reais de uma empresa em suas análises e que pode gastar até 12 meses estudando uma companhia antes de comprar suas ações

Para entender como funciona o processo de decisão de investidores profissionais, o Portal EXAME vai publicar, durante os próximos meses, entrevistas com alguns dos maiores gestores de recursos do país. A ideia é reunir lições valiosas para que pequenos investidores possam administrar suas próprias aplicações com um maior embasamento técnico. O escolhido para iniciar a série de entrevistas foi Mário Fleck, presidente da Rio Bravo Investimentos, que administra 3,5 bilhões de reais divididos principalmente entre fundos imobiliários (2 bilhões de reais) e ações (600 milhões de reais).

Fleck é, há cinco anos, o responsável pela gestão do fundo de ações da Rio Bravo. Antes, presidiu por 14 anos a unidade brasileira da Accenture, uma das maiores empresas de consultoria do mundo. Faz parte do conselho de administração da Cremer e da Eternit e já foi conselheiro da Unipar e da Ferbasa. Na Rio Bravo, desenvolveu uma filosofia de investimentos de longo prazo e mantém em carteira somente 10 a 15 empresas, escolhidas após um processo criterioso de análise. Escolher uma única ação desse portfólio pode levar até 12 meses. “Nosso negócio não é comprar futuro, comprar promessa. A gente quer olhar [a situação da empresa] hoje”, diz. Leia a seguir os principais trechos da entrevista:

Portal EXAME – Como a Rio Bravo investe?

Mário Fleck - A Rio Bravo é uma gestora de investimentos muito fundamentalista, de longo prazo. Não somos uma instituição nervosa, que faz transações de curto prazo, corre para lá e para cá, muda de posição, tenta usar técnicas, tecnologias e gráficos. Nosso maior foco está nos fundos imobiliários, um negócio de longo prazo em que aplicamos 2 bilhões de reais. Temos também uns 250 milhões em private equity, que é ainda mais de longo prazo. Na direção de oposta, de maior liquidez, temos 600 milhões em fundos de ações. Também aplicamos em fundos multimercados e agora temos cerca de 300 milhões em private banking, que é uma área de assessoria financeira para famílias. Os clientes desses produtos são os investidores institucionais, fundos de pensão e pessoas físicas. Nós investimos o dinheiro deles.

Portal EXAME – Qual foi o resultado do fundo de ações em 2009?

Fleck – Acabou sendo um ano diferente do que parecia que ia ser. Em dezembro de 2008, o cenário era totalmente incerto. Mas o Rio Bravo Fundamental FIA, que é nosso carro-chefe em ações, conseguiu uma valorização de 85% até agora. Portanto, acima do Ibovespa. Ele começou o ano com um patrimônio de 250 milhões de reais e está fechando com 600 milhões de reais. Esse fundo tem cinco anos e um trimestre de existência e obteve uma rentabilidade média espetacular de 35% a 36% ao ano, já descontadas as taxas cobradas dos investidores.

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Os riscos do investimento em ações a longo prazo

Oi amigos, tudo bem?

Gostaria de agradecer a vocês pelas visitas recebidas no blog, além dos elogios.

Matéria retirada do site ISTO É Dinheiro, falando sobre a bolsa no longo prazo. Mostra que mesmo com a maior crise dos últimos 50 anos a bolsa brasileira ainda foi o melhor investimento dos últimos 10 anos. Fala também que não basta comprar ações e esperar, e como obter bons resultados, com bons ganhos e preservação do seu patrimônio.

As ações foram o melhor investimento do Brasil na última década, mas também o pior dos Estados Unidos no mesmo período. Será que vale a pena investir na bolsa a perder de vista?

Você certamente já ouviu a teoria de que o investimento em ações é a melhor maneira de conseguir boa rentabilidade no longo prazo. Mito ou verdade? O desempenho da bolsa brasileira entre 1999 e 2009 confirmou a segunda hipótese.

O Ibovespa teve valorização de 301,3%, a quinta maior em ganhos do mundo. Superou as tradicionais poupança e renda fixa. No entanto, o mesmo teste, feito nos EUA, dá resultado oposto. Nesses dez anos, quem investiu no S&P 500 perdeu 24,1% do patrimônio. No Dow Jones, a conta ficou 9,3% no vermelho. Esses dois exemplos mostram que o longo prazo só funciona quando se acerta o momento de entrada e de saída. Mas, como é muito difícil saber quando eles ocorrem, é preciso atenção para fugir das armadilhas.

Para ir direto ao ponto, você deve ficar distante das três palavras perigosas do longo prazo: comprar, manter e esquecer. Bolsa de valores não sobe ininterruptamente. É necessária uma avaliação da sua carteira de ações a cada três meses, para ver se tudo está correndo como o planejado. O americano que tinha feito planos de se aposentar com a ação do Citibank acompanhou a escalada do papel, que chegou a valer mais de US$ 70. Mas, se o longo prazo dele coincidiu com novembro de 2008, essa ação valia perto de US$ 1. Para evitar que seu dinheiro vire pó, o analista de sistemas Carlos André Santiago é cuidadoso e evita ser apanhado de surpresa. “Acompanho semanalmente e faço saídas parciais porque não tenho estrutura para ver o meu patrimônio despencar”, diz Santiago.

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As melhores e piores ações do Ibovespa em 2009

Oi amigos, tudo bem? Obrigado pelas visitas ao blog.

Matéria retirada do site Portal Exame, sobre o desempenho das 5 melhores e piores ações do IBOVESPA no ano de 2009. Explicando algumas razões desse desempenho sensacional ou decepcionantes. Vale lembrar que rentabilidade passada não é garantia de rentabilidade futura.

A mineradora MMX e as empresas ligadas ao setor de construção foram os grandes destaques enquanto duas teles amargaram os piores resultados

O ano de 2009 vai ser lembrado pelo mercado como uma fase de surpreendente recuperação. Tornou-se comum dizer que o Brasil virou “a bola da vez” ou ouvir comentários de que os efeitos da turbulência global foram bem mais amenos no país do que no restante do mundo.

Uma olhada no comportamento do índice das ações mais negociadas na bolsa brasileira, o Ibovespa, é suficiente para constatar a força do movimento do mercado no sentido contrário ao da depressão econômica. Apesar de momentos de forte volatilidade, o índice chega ao fim de 2009 com uma rentabilidade acumulada de quase 78%, ficando já bem próximo do patamar máximo atingido antes da crise, de 73.000 pontos.

O apetite de investidores de todo o mundo por ações brasileiras é tamanho que o ingresso de recursos se manteve forte mesmo após o governo decretar a taxação à entrada de capital externo no país em outubro, por meio do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). O país também atravessou incólume a quebra de Dubai e o rebaixamento da classificação de risco da dívida de países como a Grécia e o México. Com isso, o ano se encerra com a previsão dos analistas de que nos próximos meses deve haver novos avanços – os mais otimistas prevêem o Ibovespa em 85.000 pontos ao final de 2010.

O movimento de alta, no entanto, não deve ser generalizado, assim como não foi em 2009. Enquanto as ações das duas maiores empresas da bolsa – Vale e as da Petrobras - tiveram rentabilidade próxima à do Ibovespa, outras se destacaram a ponto de obter mais de 300% de valorização.

A recuperação econômica rendeu grandes resultados a papéis mais voláteis, dentre os quais se destacaram os de empresas do bilionário Eike Batista ou ligadas ao setor imobiliário

As cinco maiores rentabilidades do Ibovespa entre janeiro e 20 de dezembro foram:

MMX Miner ON: 324,19%
Duratex ON: 300,00%
Rossi Resid. ON: 284,89%
Gafisa ON: 158,33%
Cyrela Realt ON: 156,96% Leia o resto deste post »

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