O jeito certo de investir de R$ 10.000 a R$ 10 milhões

Oi amigos, tudo bem?

Aqui vai uma reportagem bem interessante do site Exame.com falando sobre algumas maneiras de investir determinadas quantias na bolsa de valores, dependendo da quantidade disponível para aplicar e do seu grau de conhecimento sobre o mercado financeiro.

Fundos de índice de ações são a melhor opção para investir 10.000 reais

A melhor forma de constituir uma carteira diversificada de ações com pouco dinheiro é por meio da compra dos chamados ETFs, que são fundos de índices de ações negociados em bolsa. Os ETFs são administrados pelo Itaú ou BlackRock. A carteira de papéis desses fundos podem seguir:

1) um índice com as principais ações da bolsa (como o Ibovespa, o IBrX-50 e o IBrX-100); 2) um índice focado em empresas médias e pequenas (MidLarge Cap ou Small Cap); ou 3) um índice específico de determinado setor (Índice BM&FBovespa de Consumo ou Índice BM&FBovespa Imobiliário).

Com qualquer uma dessas opções, o investidor estará bem diversificado e não sofrerá grandes perdas se uma empresa da carteira passar por sérias dificuldades. O produto é bastante recomendado por especialistas para quem tem pouco tempo para acompanhar o mercado ou mesmo como porta de entrada para a bolsa. Outra grande vantagem dos ETFs é a baixa taxa de administração, que alcança no máximo 0,69% ao ano. A imensa maioria dos bancos e assets vão cobrar taxas de administração bem maiores nos fundos ativos de ações.

“É por isso que existem vários estudos que mostram que o investidor ganha mais nos fundos passivos, o que inclui os ETFs”, diz o professor de finanças Jurandir Sell Macedo, da UFSC. O único problema dos ETFs é que o investidor precisa abrir uma conta em uma corretora para negociá-los. “Mas ao contratar uma corretora o investidor pode aplicar dinheiro também no Tesouro Direto e fugir das taxas de administração altas tanto na bolsa quanto na renda fixa”, diz Fernando Meibak, da Moneyplan Consultoria. Leia o resto deste post »

5 investimentos isentos de Imposto de Renda

Oi amigos, aqui vai uma matéria interessante retirada do Portal Exame, falando sobre algumas aplicações bem interessantes com isenção de imposto de renda. Vale a pena dar uma lida.

1 – Investimento direto em ações é isento para pequeno investidor

Os investidores que compram ações diretamente na BM&FBovespa via home broker não precisam pagar Imposto de Renda sempre que a soma de todas as ações vendidas em um único mês for inferior a 20.000 reais. A regra foi desenhada de uma maneira que beneficia apenas os pequenos investidores da bolsa. O governo federal concordou com a isenção como forma de incentivar as pessoas físicas a começar a investir em ações.

Quando a soma das ações vendidas superar 20.000 reais em um mês, o ganho líquido das operações (valor de venda menos valor de compra, já descontadas as taxas de corretagem e os emolumentos da bolsa) será tributado em 15%. O imposto deve ser recolhido mensalmente, até o último dia útil do mês seguinte à venda das ações.

Também pagam IR aplicações em bolsa via fundos de ações, clubes de investimento e fundos de índice negociados em bolsa (ETFs). O imposto incide ainda sobre operações de exercício de opções e contratos a termo.

Operações de day trade (compra e venda de papéis no mesmo dia) também pagam IR – e com uma alíquota maior, de 20%. Os dividendos distribuídos pelas empresas com ações em bolsa são isentos de IR porque a própria companhia já pagou o imposto sobre seu lucro. Já os juros sobre o capital próprio pagos pelas empresas aos acionistas sofrem a incidência de IR com uma alíquota de 15%. Leia o resto deste post »

Cinco mitos do mercado de ações

Oi amigos, tudo bem? Aqui vai uma excelente reportagem do Portal exame sobre alguns mitos muito comuns sobre investimento na bolsa de valores. Espero que gostem. Um grande abraço!!

Saiba quais são as ideias erradas mais comuns que envolvem a aplicação na bolsa

Palco de histórias espetaculares, a bolsa é comumente envolta por uma atmosfera mítica. O número de pessoas que perdeu dinheiro e nunca mais voltou para o mercado é grande, mas são as histórias daqueles que ficaram milionários que mais reverberam. “No Brasil, a renda fixa é a aplicação preponderante na carteira, mas a bolsa é de longe a predileta. As pessoas têm muito prazer em falar de ações”, afirma Rogério Bastos, sócio diretor da FinPlan. Nada mais natural para um tipo de investimento que caminha entre extremos, se equilibrando entre o indubitável enriquecimento e a iminente bancarrota. De um ponto a outro, conheça cinco mitos que rondam esse tipo de aplicação e saiba por que eles não devem nortear a escolha dos seus papéis.

1. Mercado de ações é como o cassino

Se para muita gente aplicar na bolsa se equipara a embarcar em um jogo de azar, a renda variável parece um caminho nebuloso e fadado ao fracasso. Mas ao contrário da completa aleatoriedade que envolve a aposta em uma roleta de cassino, investir em ações pressupõe a crença no crescimento das empresas. Frequentemente as pessoas associam os papéis às operações de compra e venda e se esquecem que eles também representam uma porção dessas companhias, instituições que geram renda, emprego e são estimuladas pela concorrência no seu mercado de atuação. Os lucros, portanto, derivam da performance e gestão apresentadas ao longo do tempo.

Nos cassinos, o valor embolsado pelos vencedores é fruto de uma mera distribuição de valores. Não há geração de riqueza, de modo que o dinheiro passa de mão em mão e engorda a carteira de alguns poucos sortudos – quando não entra apenas no caixa dos estabelecimentos. Embora a bolsa não seja estritamente regida pela racionalidade, é certo que a variação dos papéis relaciona-se com os rumo(re)s da economia e com os fundamentos econômicos das empresas. Em ambos os casos, quando os alicerces vão bem, o lucro é repartido entre todos os acionistas, seja pela forma de dividendos ou pela cobiçada apreciação das ações. Leia o resto deste post »

Os riscos do investimento em ações a longo prazo

Oi amigos, tudo bem?

Gostaria de agradecer a vocês pelas visitas recebidas no blog, além dos elogios.

Matéria retirada do site ISTO É Dinheiro, falando sobre a bolsa no longo prazo. Mostra que mesmo com a maior crise dos últimos 50 anos a bolsa brasileira ainda foi o melhor investimento dos últimos 10 anos. Fala também que não basta comprar ações e esperar, e como obter bons resultados, com bons ganhos e preservação do seu patrimônio.

As ações foram o melhor investimento do Brasil na última década, mas também o pior dos Estados Unidos no mesmo período. Será que vale a pena investir na bolsa a perder de vista?

Você certamente já ouviu a teoria de que o investimento em ações é a melhor maneira de conseguir boa rentabilidade no longo prazo. Mito ou verdade? O desempenho da bolsa brasileira entre 1999 e 2009 confirmou a segunda hipótese.

O Ibovespa teve valorização de 301,3%, a quinta maior em ganhos do mundo. Superou as tradicionais poupança e renda fixa. No entanto, o mesmo teste, feito nos EUA, dá resultado oposto. Nesses dez anos, quem investiu no S&P 500 perdeu 24,1% do patrimônio. No Dow Jones, a conta ficou 9,3% no vermelho. Esses dois exemplos mostram que o longo prazo só funciona quando se acerta o momento de entrada e de saída. Mas, como é muito difícil saber quando eles ocorrem, é preciso atenção para fugir das armadilhas.

Para ir direto ao ponto, você deve ficar distante das três palavras perigosas do longo prazo: comprar, manter e esquecer. Bolsa de valores não sobe ininterruptamente. É necessária uma avaliação da sua carteira de ações a cada três meses, para ver se tudo está correndo como o planejado. O americano que tinha feito planos de se aposentar com a ação do Citibank acompanhou a escalada do papel, que chegou a valer mais de US$ 70. Mas, se o longo prazo dele coincidiu com novembro de 2008, essa ação valia perto de US$ 1. Para evitar que seu dinheiro vire pó, o analista de sistemas Carlos André Santiago é cuidadoso e evita ser apanhado de surpresa. “Acompanho semanalmente e faço saídas parciais porque não tenho estrutura para ver o meu patrimônio despencar”, diz Santiago.

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Como escolher uma boa corretora?

Oi amigos, tudo bem?

Recebi mais uma pergunta bem interessante no Formspring.

E para começar a investir em ações, o que é melhor/mais seguro? Um Banco? Uma corretora? Home broker?

Em termos de segurança não há grande diferença, o órgão responsável pela liquidação e custódia das ações na verdade é a CBLC (Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia). Os bancos tem corretoras que fazem os mesmos serviços das corretoras independentes. Cada banco e corretora tem suas particularidades, então não há como dizer qual é o melhor, o importante é você escolher o serviço mais adequado para as suas necessidades.

Há alguns fatores importantes a se considerar nessa escolha:

1) Custo das transações

É importante que você mantenha os seus custos baixos pra poder obter uma melhor rentabilidade nas suas aplicações, principalmente se você é um investidor que faz muitas operações.

Os custos de corretagem podem variar bastante, pesquise bem isso antes de escolher uma corretora.

Essa é a tabela padrão que a Bovespa recomenda para as corretoras. Algumas seguem essa tabela, outros cobram preços diferentes.

De Até* Percentual Adicional
R$ 0,00 R$ 135,07 0,00% R$ 2,70
R$ 135,08 R$ 498,62 2,00% R$ 0,00
R$ 498,63 R$ 1.514,69 1,50% R$ 2,49
R$ 1.514,70 R$ 3.029,38 1,00% R$ 10,06
R$ 3.029,38 - 0,50% R$ 25,21

Por exemplo se você vai comprar R$5000,00 em ações você paga uma corretagem de 25,21+25=50,21. Isso é mais do que 1% do valor investido, sendo gasto apenas em corretagem.  Pra operação começar a compensar primeiro você precisa de uma rentabilidade de pelo menos 1% para o pagamento dessas taxas. Lembrando ainda que você vai pagar a corretagem para vender as ações.

Pesquise bem e evite muitos gastos nessa área.

Muitas vezes os serviços de Home broker oferecem taxas mais baixas. Algumas vezes a diferença é muito grande.

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