As ações mais castigadas e beneficiadas pela inflação

Oi amigos, tudo bem? Aqui vai uma matéria muito interessante do site Exame.com, falando sobre o impacto da inflação na economia e nas empresas, algo que deve ser levado em consideração ao se realizar investimentos na bolsa.

Impacto será sentido pela maioria das empresas

Estudo do Itaú BBA mostra como a alta dos preços deve ter impacto sobre os diversos setores da bolsa

A alta da inflação já se tornou uma realidade que investidor nenhum pode ignorar. Após um início de ano de preços sob controle, a alta dos últimos cinco meses surpreendeu o mercado e tem provocado uma série de revisões para cima nas expectativas inflacionárias.

Não é possível prever que essa tendência se reverta já no começo de 2011 devido a ao menos quatro fatores:

1) o IGP-M fechará este ano acima de 11% e deverá pressionar o reajuste dos preços administrados no ano que vem;

2) os aluguéis e as mensalidades escolares devem continuar a subir acima da inflação devido à forte demanda;

3) o aumento dos preços do algodão fará a indústria têxtil repassar parte da alta dos custos aos consumidores; e

4) em um país que cresce a pleno emprego, os custos com mão de obra continuarão a subir.

O Itaú BBA acredita que os preços continuarão pressionados em 2011, mas não haveria motivos para desespero. O Banco Central deve ser obrigado a elevar a taxa básica de juros em 1,50 ponto percentual e o IPCA deve fechar o próximo ano em 5,6%. A equipe de analistas da instituição, chefiada por Carlos Constantini, mostra quais setores serão mais ou menos afetados. Leia o resto deste post »

Empresas pagadoras de dividendos são alternativa conservadora para operar?

Oi amigos, tudo bem?

Aqui vai uma matéria interessante sobre investimento em empresas pagadoras de dividendos retirada do site Infomoney.

Rentabilidade maior do que a renda fixa, mas sem tanta exposição ao risco. Muitos investidores que querem aliar essas duas características para compor sua carteira de ações optam por comprar papéis de empresas consideradas “boas pagadoras” de dividendos. Mas, será que essas companhias podem ser consideradas “conservadoras” e garantem um rendimento para o investidor?

O economista-chefe da corretora Souza Barros, Clodoir Vieira, ressalta que todo investimento em ações acarreta riscos para aquele que aplica. E lembra que, mesmo que o setor pague bons dividendos, o mercado de renda variável nunca pode ser considerado conservador.

“Nós classificamos alguns setores, como os de telecomunicações e de energia, como defensivos. Estes são setores que geralmente pagam os melhores dividendos e as ações dessas empresas também oscilam menos em casos de fortes turbulências no mercado”, diz Vieira.

Uma das principais características das empresas consideradas defensivas é a forte geração de caixa. Em casos de crises financeiras e ciclos de recessão, por exemplo, essas empresas não têm suas receitas fortemente afetadas, já que são prestadoras de serviços (também conhecidas como utilities) e as pessoas continuam a consumir energia elétrica, usar o telefone e a rede de esgoto, por exemplo. Leia o resto deste post »

As corretoras que indicaram as melhores ações em 2010

Oi amigos. Tudo bem?

O site Exame. com, costuma apresentar mensalmente as carteiras recomendadas por várias corretoras. Recentemente foi publicada uma matéria avaliando e comparando o desempenho desses carteiras ao longo do ano de 2010, excelente matéria, muito interessante. Vale a pena conferir.

Em um ano em que o Ibovespa subiu só 1%, a carteira recomendada pelos analistas do Bradesco BBI apresentou valorização de 28,5% e superou as das demais corretoras

Em 2010, o Ibovespa fechou o ano com uma alta de apenas 1,04%. Se o módico desempenho não chega a despertar entusiasmo, especialmente quando comparado aos 82 pontos percentuais cravados em 2009, a valorização das carteiras recomendadas por algumas corretoras e bancos mostra que o ano não foi exatamente amargo para quem apostou nesses relatórios ao balizar suas decisões de investimento na renda variável.

Quem seguiu o portfólio sugerido mês a mês pelo Bradesco BBI levou para casa um retorno de nada menos que 28,5% ao cabo de 2010. O rendimento foi quatro vezes superior ao da tradicional poupança, que terminou o ano em 6,9%. Embora nenhum dos resultados analisados tenha ficado abaixo da valorização registrada pelo Ibovespa, a carteira de algumas corretoras, por outro lado, perdeu ou praticamente empatou com a inflação.

Segundo estimativas do mercado, a subida de preços medida pelo IPCA deverá chegar a 5,9% em 2010. O percentual é maior do que o apresentado pelo portfólio da Planner, que terminou o ano com uma valorização de 5,02%. Na carteira do BB Investimentos, a alta foi levemente superior, chegando a 6,21%. Leia o resto deste post »

Ações para investidores cautelosos

Oi amigos, tudo bem?

Essa é uma matéria muito interessante do Portal Exame, falando sobre investimento em ações de empresas que são boas pagadoras de dividendos, uma opção muito interessante pra se investir em renda variável.

Saiba quais são as ações que pagam mais dividendos e quando vale a pena investir nelas

Entrar na bolsa é, para muita gente, uma tentativa de antecipar a variação do valor das ações. Por essa lógica, o esperado aumento do patrimônio só acontecerá se o investidor conseguir comprar os papéis por um preço e depois revendê-los por mais. Um número bem menor de investidores leva em consideração a fatia que as empresas destinam aos acionistas a título de dividendos e juros sobre o capital próprio na hora de decidir que papéis comprar. Mas isso pode ser um erro. Além de funcionar como um colchão para momentos de crise, a parcela dos lucros distribuída pelas empresas a seus acionistas pode garantir um retorno mais polpudo quando reinvestida na compra de novas ações.

Estudo da Standard & Poor’s aponta que um dólar aplicado em 1930 nas ações do S&P 500, índice que lista as 500 empresas mais importantes dos Estados Unidos, teria rendido 49 dólares até o fim de 2009. Caso o lucro recebido pelos papéis fosse sistematicamente reaplicado na compra de mais ações destas mesmas empresas, o investimento geraria 1.259 dólares. A diferença gritante entre os ganhos é o lado mais prático de uma cultura já arraigada entre os norte-americanos: de Warren Buffet às Beardstown Ladies (grupo de senhoras que montaram um clube de investimentos em Illinois e ganharam notoriedade nos anos 90), a busca por empresas que tradicionalmente pagam bons dividendos tem se mostrado uma estratégia vencedora para investimentos de longo prazo. Leia o resto deste post »

Eike Batista, de garimpeiro de oportunidades a homem mais rico do Brasil

Oi amigos, tudo bem?

Estou postando uma matéria bem legal que vi no site InfoMoney, sobre o mais rico dos brasileiros: Eike Batista.

Visionário, megalomaníaco, brilhante, exibicionista, ousado, supersticioso. Não são poucas as características capazes de descrever Eike Fuhrken Batista, o homem mais rico do Brasil e oitavo na listagem mundial segundo a revista Forbes, ao ser detentor de uma fortuna de aproximadamente US$ 27 bilhões.

Personagens do Mercado vai à procura da história atrás do mito, ao revelar como o mineiro de Governador Valadares conseguiu multiplicar 45 vezes seu patrimônio em 28 anos, entre reviravoltas, turbulências e algumas pitadas de sorte.

Primeiros passos
Nascido em Minas Gerais e criado no Rio de Janeiro, Eike deixa a cidade maravilhosa aos 12 anos e, com sua família, vai morar em Frankfurt, como decorrência a missão de seu pai, Eliezer Batista, incumbido de desenvolver a divisão europeia da Vale, empresa da qual foi presidente por dez anos.

Aos 18, o mineiro decide cursar engenharia metalúrgica na Universidade de Aachen, considerada como uma das melhores da Europa na área. Durante sua estadia universitária, aperfeiçoou o inglês e aprendeu francês, além de praticar o alemão, o qual já falava em casa – fruto de sua descendência germânica, explicitada pela nacionalidade de sua mãe, Jetta Batista.

Por lá, com a renda apertada de um universitário, Eike começou a trabalhar como corretor de seguros, vendendo-os de porta em porta na pequena Aachen, de 260 mil habitantes. Depois, montou uma espécie de trading, ao negociar produtos brasileiros com comerciantes na Europa e na África.

De volta ao Brasil em 1980, inicia sua escalada empreendedora, a qual pode ser dividida em três fases: as aventuras na Amazônia e no Mato Grosso, a fundação da TVX e a expansão gigantesca e exponencial de sua holding, a EBX.

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