O que pensa o maior guru de Warren Buffett

Oi amigos, tudo bem?

Aqui vai uma excelente reportagem do site Exame.com falando sobre Benjamin Graham, o mestre do grande investidor Warren Buffet,  e algumas idéias suas, que mesmo depois de sua morte continuam muito úteis.

Benjamin Graham desenvolveu um método simples para ganhar dinheiro na bolsa: só comprar empresas abaixo do valor patrimonial ou por até 7 vezes o lucro do último ano

De tempos em tempos, qualquer investidor deveria ler ou reler algum livro de Benjamin Graham (1894-1976). Não apenas porque ele teve 60 anos de experiência no mercado financeiro, é considerado o criador da profissão de analista de investimentos e teve como aluno o mais bem-sucedido investidor de toda a história: Warren Buffett, que chegou a afirmar que, depois do próprio pai, Graham foi o homem que mais influenciou sua vida. O mais incrível é que Graham, morto há quase 35 anos, ainda consegue passar ensinamentos que deixam o leitor com a sensação de que poderá ganhar dinheiro no mercado apenas se aplicá-los. Não é à toa que alguns dos maiores gestores de fortunas do Brasil e do mundo ainda costumam repetir seus mantras em entrevistas. Os clássicos “Security Análises” e “O Investidor Inteligente” são considerados as obras-primas de Graham. Mas o livro “Profissão: Investidor”, lançado recentemente por Jason Zweig e Rodney N. Sullivan, traz uma coletânea de seus artigos mais perenes e adiciona textos comentados capazes de atualizar o pensamento do guru.

O ponto alto do livro é o artigo em que Graham propõe um método bastante simples para comprar e vender ações com lucro que funcionou durante décadas tanto para pequenos investidores quanto para grandes fundos de investimento. Consiste basicamente em comprar ações de empresas por cerca de dois terços de seu valor contábil e colocá-las à venda quando alcançarem valor equivalente ao patrimônio líquido – realizando, portanto, um lucro de 50%. É certo que hoje em dia não é mais tão fácil encontrar ações negociadas por esses valores como foi na época da Grande Depressão ou até a década de 1970. Na BM&FBovespa, por exemplo, há grandes bancos como o Itaú Unibanco que foram negociados recentemente a três vezes o valor patrimonial.

Mas Graham também sugere que sejam comprados papéis de empresas com um valor inferior a 7 vezes o lucro líquido dos últimos 12 meses. Nesse caso, até ações de “blue chips” como Vale e Petrobras chegam ou chegaram recentemente a atender a essa condição. Após a escolha dos papéis, o investidor deve estipular uma meta de lucro para o investimento para um período de dois a três anos. Quando o papel atingir esse objetivo, deve ser vendido, independentemente da expectativa de momento que circula no mercado. Outro erro a ser evitado é colocar todo o dinheiro em uma única ação mesmo que ela obedeça a alguma dessas condições. O ideal é distribuir os recursos entre dezenas de empresas com múltiplos baixos. Se fizer somente isso, dificilmente o investidor não alcançará bons resultados no longo prazo. Leia o resto deste post »

Efeito manada nos investimentos: o que determina e como evitar?

Oi amigos,tudo bem?

Essa é uma matéria muit interessante retirada do site InfoMoney, falando sobre o efeito manada nos investimento e seus efeitos negativos.

Quem nunca ouviu que é preciso comprar na baixa e vender na alta, quando se investe em ações? Pois é, mas o problema é que muitos investidores não têm preparo emocional para lidar com isso, acabam seguindo a manada e amargam perdas.

Um levantamento feito nos Estados Unidos, pela empresa de pesquisas TrimTabs, revelou que metade dos norte-americanos que investem em fundos mútuos perdeu ao menos 25% na última década por fazerem retiradas mesmo quando o mercado estava em alta. O motivo para eles agirem assim: estavam seguindo o mercado, movimento que pode ser chamado de efeito manada.

“A década passada foi de perdas para os investidores de fundos mútuos dos Estados Unidos”, disse o vice-presidente executivo da TrimTabs, Vincent Deluard

E no Brasil?
E se você pensa que no Brasil a situação é diferente, está enganado. As pessoas também se rendem ao efeito manada. “Nosso investidor pessoa física é a turma do pé-trocado”, brinca o estrategista de Investimentos Pessoais do Santander Asset Management, Aquiles Mosca.

No final do ano passado, quando o cenário era de alta, os investidores reforçaram as aplicações em ações, o que rendeu compras caras. No primeiro semestre deste ano, por sua vez, eles venderam papéis por conta do mercado, o problema é que eles estavam em baixa. Tudo ao contrário do que deveria ser feito.

“O investidor pessoa física é muito influenciado pela performance. Chega no banco e pergunta: o que está rendendo bem? Ele é influenciado por essa informação”, respondeu o estrategista.

E, conforme disse Mosca, esse movimento mostra que os investidores seguem a manada. Se muitos estão comprando, o preço do ativo sobe, ele rende bem, e o investidor acredita que deve comprá-lo. “Esse movimento independe de nível de renda, classe social, educação, porque são totalmente inconscientes. Até mesmo os mais vivenciados do mercado erram. Tem de ter um grau de consciência muito grande”, ressaltou. Leia o resto deste post »

Investir no curtíssimo prazo exige estratégia, disciplina e controle emocional

Oi amigos, tudo bem?

Aqui vai um excelente artigo do site Infomoney falando sobre day trade no mercado de ações, com as idéias do famoso investidor e guru do mercado financeiro Alexander Elder. Muito interessante pra quem se interessa por essa modalidade de investimento.

No prospecto da oferta primária de ações da Petrobras (PETR3, PETR4), um aviso claro indicava que o mercado acionário apresenta riscos e é um investimento de longo prazo. Mas e se o investidor quiser ganhar dinheiro no curto prazo? Ou, mais especificamente, com operações de apenas um dia?

O day trade popularizou-se a partir dessa demanda. Investidores que querem aproveitar ganhos de curtíssimo prazo montam posições, compradas ou vendidas, e as desmontam no mesmo pregão, lucrando a diferença obtida. É claro, no entanto, que essa diferença nem sempre se dá no sentido planejado na hora da aplicação.

Cinco regras para um trade de sucesso
Para Alexander Elder, “ex” médico russo, radicado nos EUA, agora trader em tempo integral, são cinco as regras básicas que devem ser adotadas para aumentar essa margem de acerto. Autor de “Aprenda a operar no mercado de ações“, Elder participou do Money Talks da última semana e disse que cada operação merece três números essenciais.

O primeiro é o ponto de entrada, o segundo é a meta de ganhos para aquele trade e o terceiro é o stop loss. Ou seja, é necessário que o investidor defina, de antemão, o limite máximo de perdas a que aquele trade está exposto e que sinalize qual é a hora apropriada para assumir o erro e sair da posição.

A outra regra é dos 2% de risco na carteira, o que não significa que apenas essa percentagem do portfólio será alocado em ações. Em um exemplo prático, Elder lembrou que uma ação comprada a R$ 50 com stop em R$ 49 tem um risco de R$ 1, e não de R$ 50. Se o investidor adquiriu 500 papéis, esse risco passa a ser R$ 500 – ou 2% do investimento. Leia o resto deste post »

Investimentos: sem estratégia não há ganhos, nem no longo prazo

Oi amigos, tudo bem?

Aqui vai um artigo muito bom, escrito por um dos sócios da M2 investimentos. Sobre a importância de uma boa estratégia para os investimentos.

Quem investiu no Ibovespa em 1995 tem hoje menos do que se tivesse aplicado 100% no CDI. Entre 1999 e 2009, quem investiu no S&P 500 perdeu cerca de 1/4 do seu patrimônio. Esses exemplos deixam clara a falácia do argumento de que ações são sempre um bom investimento no longo prazo.

O investidor deve então desistir de renda variável (RV) e aplicar somente em renda fixa (RF)? Também não parece ser a alternativa correta. Em certos períodos, o investimento em ações se mostrou muito vantajoso. Entre 2002 e 2008, por exemplo, o Ibovespa se valorizou em mais de 500%!

O fato é que para decidir sobre a melhor alocação dos seus recursos os investidores precisarão se aprofundar, seja por conta própria, seja com o auxílio de profissionais. Os novos tempos exigirão esse comprometimento do investidor para que o capital tenha uma boa rentabilidade no longo prazo.

Na tentativa de simplificar esse processo foram criadas algumas fórmulas supostamente infalíveis. Tem sido divulgada, por exemplo, uma “equação” relacionando a idade do investidor com a porcentagem que ele deveria alocar em ações. A “equação” deveria ser aplicada da seguinte forma: se o investidor tiver 20 anos ele deve subtrair a sua idade de 100 chegando ao resultado (no caso, 80). Assim, deve investir 80% do seu patrimônio em RV e os demais 20% em RF. Se tiver 40 anos, deve alocar 60% em RV e os demais 40% em RF – e assim por diante. Apesar de sugerida por inúmeros “experts”, essa suposta fórmula não tem sentido algum! Leia o resto deste post »

Aplicação periódica em ações: uma estratégia racional e eficiente

Oi amigos, tudo bem?

Esse artigo foi retirado do Valor Econômico, mostra uma alternativa simples e eficiente pra se investir no mercado acionário.

É comum ouvirmos que os pequenos investidores costumam aplicar seus recursos em renda variável nos momentos em que os mercados estão sobrevalorizados e resgatam suas aplicações nas baixas de mercado. A armadilha pode se transformar em perdas e descontentamento com o mercado acionário. A máxima está se distanciando cada vez mais da realidade, porque os pequenos investidores hoje estão mais amadurecidos e sabem esperar com mais sabedoria a maturação de suas estratégias de investimento.

No fim da década de 90, era comum observar o chamado “efeito manada”. Isto é, em momentos de crise financeira acontecia um movimento de grande redução dos investimentos em ações por parte dos pequenos investidores, após forte queda das bolsas.

Tal atitude pode ser atribuída à inexistência de uma cultura em nosso país de investimento de longo prazo em ativos de risco, à falta de um maior conhecimento da dinâmica do mercado de ações e ao temor de perdas financeiras nas economias dos investidores de renda variável. Os mesmos acabavam resgatando suas aplicações nos momentos de ápice das crises que passaram a ocorrer em bases anuais entre o fim da década de 90 e o começo da década seguinte. Leia o resto deste post »

Nove maneiras estúpidas de usar o próprio dinheiro

Oi amigos, tudo bem?

Achei este artigo interessante no site Portal Exame, o que mais me chamou a atenção foi o título da matéria.

As pessoas muitas vezes lidam com o dinheiro de maneira irracional, usando as emoções ao invés de usar a lógica e o raciocínio. Por isso cometem erros que podem acabar destruindo suas finanças.

Você se considera uma pessoa esperta, mas quando o assunto é dinheiro, só faz escolhas erradas? Saiba como agir para evitá-las

Consultores financeiros costumam ensinar em livros e palestras que abrir mão de pequenos prazeres durante um período prolongado de tempo pode lhe ajudar a se tornar um milionário. Em um país com juros tão altos como o Brasil, deixar de tomar aquele cafezinho todos os dias após o almoço, por exemplo, fará com que você junte uma pilha enorme de dinheiro em 40 anos. Renunciar àquilo que lhe dá prazer, entretanto, não é a melhor forma de guardar dinheiro. Em geral, há muitos hábitos estúpidos que podem ser largados sem prejuízo nenhum à qualidade de vida ou à própria felicidade.

Em entrevista ao site americano Moneywatch.com, o psicólogo Brad Klontz explica que um dos maiores problemas, em qualquer ser humano, é que a parte do nosso cérebro que controla a lógica é muito menor do que a que controla as emoções. Para ajudar àqueles que têm o dom do equívoco financeiro, o site listou as nove coisas mais estúpidas que alguém pode fazer com o próprio dinheiro e ouviu especialistas que ensinam a fazer melhores escolhas financeiras:

1 – Se apaixonar por seus investimentos. “Casar” com determinadas ações podem colocá-lo em perigo. A consultora financeira Lauren Tarbox conta que alguns de seus clientes se apegam emocionalmente a papéis de empresas listadas em bolsa que já estão em suas mãos há muito tempo ou que lhe renderam lucros gordos no passado. Outro hábito bastante comum é a pessoa manter ações da empresa onde trabalha por acreditar que vendê-los seria deslealdade. A resposta para o problema é simples: diversificação. “Ninguém deve ter mais de 10% de seu capital em apenas um investimento”, diz ela.

2 – Não entender que “liquidação” não é sinônimo de “bom negócio”. Você quer comprar uma TV e tem duas opções que custam 500 dólares. Entretanto, um dos aparelhos mostra que o preço original era de 800 dólares. Qual dos dois você compra? A resposta mais sensata seria o televisor de melhor qualidade. Mas existem pessoas capazes de comprar aquele que está com desconto pelo simples fato de “estar mais barato”. O alerta é que o consumidor deve, em qualquer ocasião, analisar se o produto vale o preço da etiqueta, ponderando por quanto tempo pretende-se fazer uso dele e se é possível comprar outro modelo, de qualidade similar, por um preço menor. Leia o resto deste post »

Recompensas de curto prazo são realmente sedutoras?

Oi amigos, tudo bem?

Estou postando um artigo excelente retirado do jornal Valor Econômico, escrito por Alexandre Rezende, sócio da Oceana Investimentos, com algumas idéias muito interessantes.

Iniciarei o artigo de hoje com uma tradução livre de um trecho da carta de 1997 escrita por Warren Buffett aos acionistas de sua holding Berkshire Hathaway. “Um breve teste: se você planeja comer hambúrgueres pelo resto de sua vida e você não é um criador de gado, você deveria torcer por preços de carne mais altos ou mais baixos? Da mesma forma, se você comprará um carro de tempos em tempos e não é um fabricante de carros, você deveria preferir preços de automóveis mais altos ou mais baixos? Essas perguntas, obviamente, se respondem sozinhas.”

E o megainvestidor continua: “Agora para a prova final: se você tem a expectativa de poupar dinheiro ao longo dos próximos cinco anos, você deveria torcer por valorizações ou desvalorizações do mercado de ações durante esse período? Muitos investidores erram a resposta desta pergunta. Apesar de saberem que comprarão ações por muitos anos, esses investidores ficam entusiasmados quando os preços das ações sobem e ficam deprimidos quando os preços caem. Ou seja, ficam felizes porque subiram os preços dos ‘hambúrgueres’ que em breve estarão comprando. Essa reação não faz sentido. Somente aqueles que serão vendedores de ações no futuro próximo deveriam ficar contentes em ver os preços das ações subindo. Compradores em potencial deveriam preferir em muito os preços caindo.”

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Os riscos do investimento em ações a longo prazo

Oi amigos, tudo bem?

Gostaria de agradecer a vocês pelas visitas recebidas no blog, além dos elogios.

Matéria retirada do site ISTO É Dinheiro, falando sobre a bolsa no longo prazo. Mostra que mesmo com a maior crise dos últimos 50 anos a bolsa brasileira ainda foi o melhor investimento dos últimos 10 anos. Fala também que não basta comprar ações e esperar, e como obter bons resultados, com bons ganhos e preservação do seu patrimônio.

As ações foram o melhor investimento do Brasil na última década, mas também o pior dos Estados Unidos no mesmo período. Será que vale a pena investir na bolsa a perder de vista?

Você certamente já ouviu a teoria de que o investimento em ações é a melhor maneira de conseguir boa rentabilidade no longo prazo. Mito ou verdade? O desempenho da bolsa brasileira entre 1999 e 2009 confirmou a segunda hipótese.

O Ibovespa teve valorização de 301,3%, a quinta maior em ganhos do mundo. Superou as tradicionais poupança e renda fixa. No entanto, o mesmo teste, feito nos EUA, dá resultado oposto. Nesses dez anos, quem investiu no S&P 500 perdeu 24,1% do patrimônio. No Dow Jones, a conta ficou 9,3% no vermelho. Esses dois exemplos mostram que o longo prazo só funciona quando se acerta o momento de entrada e de saída. Mas, como é muito difícil saber quando eles ocorrem, é preciso atenção para fugir das armadilhas.

Para ir direto ao ponto, você deve ficar distante das três palavras perigosas do longo prazo: comprar, manter e esquecer. Bolsa de valores não sobe ininterruptamente. É necessária uma avaliação da sua carteira de ações a cada três meses, para ver se tudo está correndo como o planejado. O americano que tinha feito planos de se aposentar com a ação do Citibank acompanhou a escalada do papel, que chegou a valer mais de US$ 70. Mas, se o longo prazo dele coincidiu com novembro de 2008, essa ação valia perto de US$ 1. Para evitar que seu dinheiro vire pó, o analista de sistemas Carlos André Santiago é cuidadoso e evita ser apanhado de surpresa. “Acompanho semanalmente e faço saídas parciais porque não tenho estrutura para ver o meu patrimônio despencar”, diz Santiago.

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