Onde investe um dos maiores fundos imobiliários do país

Oi pessoal, pra quem interessa em investimento em imóveis e fundos imobiliários, vai uma reportagem interessante do Portal Exame, com um dos sócios da Prosperitas.

Com os preços em alta, a Prosperitas prefere construir seus imóveis e evita torres de escritórios e residências do Minha Casa, Minha Vida

Com cerca de 3 bilhões de reais sob gestão e 1,1 milhão de metros quadrados em áreas imobiliárias para locação, a Prosperitas é um dos maiores fundos de investimento em imóveis do Brasil. O primeiro fundo da empresa foi lançado em 2003 e, desde então, deu um retorno de cerca de 25% ao ano. Resultados como esse, bem superiores à média do segmento imobiliário, fizeram com que a empresa passasse a ser procurada por investidores estrangeiros. Neste mês, a Prosperitas lançou oficialmente seu terceiro fundo, que captou 1 bilhão de reais.

Luciano Lewandowski, sócio da Prosperitas, diz que a estratégia para montar um portfólio de investimentos em um momento de boom imobiliário e preços salgados é construir ela mesma os imóveis que farão parte do fundo.É difícil investir nos imóveis já construídos porque o dono do terreno já ganhou muito, o construtor já ganhou muito e o incorporador quer ganhar muito. O que a gente sempre se pergunta é se ainda haveria espaço para o investidor ganhar muito. Na maioria dos casos, nós achamos bem arriscado.” Para quem também acha que os preços estão na estratosfera, fica a dica de sondar a viabilidade de construção de um imóvel em determinada região.

Lewandowski também acha que o momento é ruim para investir em torres de escritórios no Rio de Janeiro e em São Paulo e que o programa Minha Casa, Minha Vida entregará muito menos do que promete. A Prosperitas planeja direcionar até 90% dos recursos do novo fundo para loteamentos para a construção de casas, shopping centers principalmente no Norte e no Nordeste e centros de distribuição e galpões industriais. Na entrevista abaixo, ele explica as estratégias:

O mercado imobiliário brasileiro passou por um boom nos últimos anos. Como as pessoas físicas podem tentar lucrar com imóveis?

Luciano Lewandowski - Culturalmente o brasileiro tende a investir em renda fixa por causa dos juros altos. Mesmo no mercado imobiliário, o investidor prefere imóveis reais. A própria Prosperitas não investe em papéis imobiliários lastreados em receitas de aluguéis ou que possam se valorizar com o bom momento do mercado imobiliário. Mas acho que, para as pessoas físicas, aplicar em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) e fundos imobiliários pode ser bem interessante. Eu mesmo, como pessoa física, já ganhei algum dinheiro com CRIs. O segredo é selecionar muito bem os projetos ou os gestores. Tem pouca gente que sabe trabalhar com fundos imobiliários no Brasil. Eu gosto da Brazilian Finance & Real State e do Credit Suisse Hedging-Griffo. Acho que eles têm um histórico bom de projetos e sabem ganhar dinheiro com isso. O problema é que, com o crescimento desse mercado, vão aparecer muitos gestores de fundos imobiliários com pouca experiência. A pessoa física também deve pensar que não é tão fácil vender seus papéis imobiliários quanto sair de um investimento em títulos públicos e vender ações. Mesmo os fundos imobiliários com quotas negociadas em bolsa só são uma boa opção hoje para quem deseja comprar volumes pequenos de quotas. Ninguém consegue vender uma posição de 50 milhões de reais em um fundo imobiliário rapidamente. Mas os fundos também têm características interessantes. A possibilidade de retorno mais alto que a renda fixa e a isenção de IR para pessoas físicas são algumas delas. Leia o resto deste post »

As lições dos bilionários

Oi amigos, tudo bem?

Dizem que a melhor maneira de aprender a fazer algo é aprender com aqueles que são bons naquele assunto.

Se quisermos aprender a ganhar dinheiro, então devemos aprender com pessoas que ganharam  muito dinheiro.

Veja essa matéria da Istoé Dinheiro, sobre bilionários brasileiros e suas dicas:

Por mais que analistas, consultores e especialistas no mercado financeiro dêem dicas pertinentes de investimentos, ninguém pode falar sobre dinheiro com a autoridade de um bilionário. Esse sujeito tem a seu favor a vantagem de ter conquistado aquilo que a maioria dos homens de negócios deseja, enquanto os simples mortais em geral não conseguem transformar o discurso em realidade.

O conforto do sucesso também permite aos bilionários expor o que pensam sem a preocupação de agradar ou incomodar ninguém, já que eles próprios são a referência na área em que atuam. Melhor ainda: esse seleto grupo não está contaminado por interesses de terceiros, como bancos e corretoras.

DINHEIRO entrevistou quatro empresários e investidores que construíram suas próprias fortunas e que somam quantias que chegam a algumas centenas de milhões de reais. Alguns deles são de fato bilionários na chamada pessoa física, enquanto outros controlam grupos com patrimônios avaliados na casa do bilhão. Todos apresentaram algumas lições valiosas para aqueles que sonham seguir o mesmo caminho – o da fortuna. Leia o resto deste post »

O futuro da geração

Oi amigos, tudo bem?

Retirado do site www.istoedinheiro.com, sobre o falecimento de Edmundo Valadão do Banco Geração Futuro

Edmundo Valadão, o banqueiro que mais cresceu no Brasil nos últimos anos, morreu no último fim de semana, vítima de um câncer. Mas sua sucessão já foi preparada e a filosofia de investimentos será mantida

A mais espetacular história de crescimento ocorrida no sistema financeiro brasileiro nos últimos anos ainda não foi contada. E, se dependesse do homem que foi responsável pela façanha, o discreto banqueiro Edmundo Valadão, dificilmente seria. A história em questão é a do Banco Geração Futuro, fruto da união entre as corretoras Geração e Futuro, de Porto Alegre e do Rio de Janeiro.

Nos últimos anos, nenhum outro banco deu um salto tão grande. Desde 2002, a base de clientes e o patrimônio sob gestão cresceram mais de 4.200% – hoje, são mais de 75 mil investidores e R$ 7 bilhões em carteira. Por trás desses números grandiosos, estava um empresário pragmático, tímido, focado nos negócios e que se foi, aos 68 anos.

No domingo 28 de fevereiro, Valadão, natural de Guaratinguetá, cidade no interior de São Paulo, não resistiu a um câncer na bexiga contra o qual lutava havia vários anos. Antes de partir, ele organizou a própria sucessão. As duas áreas que ele comandava, o comitê de gestão e a direção comercial, serão assumidas pelos executivos Afonso Arnhold e Joaquim Baião. E a parte administrativa seguirá com Amilton Barbelotti, sócio e concunhado de Valadão. “O modelo de sucesso criado pelo Edmundo não vai mudar”, disse à DINHEIRO a diretora Ana Clara Rodrigues. Leia o resto deste post »

Lições de um investidor

Oi amigos, tudo bem?

Aqui vai uma matéria bem legal retirada do Portal Exame sobre um grande investidor brasileiro e suas experiências na bolsa de valores, vale a pena ler.

LIRIO PARISOTTO TINHA 1,6 BILHÃO DE REAIS APLICADOS NA BOLSA BRASILEIRA QUANDO A CRISE FINANCEIRA INTERNACIONAL ABALOU O MERCADO. PERDEU 1 BILHÃO, MAS DOBROU A APOSTA – E SE DEU MUITO BEM

O gaúcho Lirio Parisotto – dono de um patrimônio de 2,1 bilhões de reais em ações – percorreu um longo caminho até se tornar um dos maiores investidores da bolsa de valores. Em 1971, com 18 anos, o filho de agricultores pobres tirou o primeiro lugar em um concurso de monografias organizado pelo Ministério do Exército, com um texto sobre o serviço militar obrigatório. Estudante do ensino secundário, recebeu como prêmio uma quantia equivalente a  um Fusca, o que parecia ser a solução ideal para quem dependia da carona dos amigos e do transporte público para se locomover. Animado pela alta da  bolsa, Parisotto decidiu investir tudo em ações. Em pouco tempo, o que tinha sido “o di nheiro do Fusca” não dava para comprar uma bicicleta. Desanimado  com o estouro da bolha, ele vendeu todas as ações. “Meu erro foi a ganância: sonhei ter dois Fuscas em seis meses e fiquei sem nenhum.

Quinze anos mais tarde, já como um bem-sucedido dono de loja de eletrodomésticos na Serra Gaúcha, Parisotto voltou à carga. O valor era outro – 500 000  dólares -, mas o desenlace foi o mesmo. Investiu no pico do Ibovespa, teve um prejuízo de 200 000 dólares e saiu da bolsa. “Cometi o segundo pecado de aplicar dinheiro que eu iria precisar no curto prazo.”

Leia o resto deste post »

As melhores e piores ações do Ibovespa em 2009

Oi amigos, tudo bem? Obrigado pelas visitas ao blog.

Matéria retirada do site Portal Exame, sobre o desempenho das 5 melhores e piores ações do IBOVESPA no ano de 2009. Explicando algumas razões desse desempenho sensacional ou decepcionantes. Vale lembrar que rentabilidade passada não é garantia de rentabilidade futura.

A mineradora MMX e as empresas ligadas ao setor de construção foram os grandes destaques enquanto duas teles amargaram os piores resultados

O ano de 2009 vai ser lembrado pelo mercado como uma fase de surpreendente recuperação. Tornou-se comum dizer que o Brasil virou “a bola da vez” ou ouvir comentários de que os efeitos da turbulência global foram bem mais amenos no país do que no restante do mundo.

Uma olhada no comportamento do índice das ações mais negociadas na bolsa brasileira, o Ibovespa, é suficiente para constatar a força do movimento do mercado no sentido contrário ao da depressão econômica. Apesar de momentos de forte volatilidade, o índice chega ao fim de 2009 com uma rentabilidade acumulada de quase 78%, ficando já bem próximo do patamar máximo atingido antes da crise, de 73.000 pontos.

O apetite de investidores de todo o mundo por ações brasileiras é tamanho que o ingresso de recursos se manteve forte mesmo após o governo decretar a taxação à entrada de capital externo no país em outubro, por meio do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). O país também atravessou incólume a quebra de Dubai e o rebaixamento da classificação de risco da dívida de países como a Grécia e o México. Com isso, o ano se encerra com a previsão dos analistas de que nos próximos meses deve haver novos avanços – os mais otimistas prevêem o Ibovespa em 85.000 pontos ao final de 2010.

O movimento de alta, no entanto, não deve ser generalizado, assim como não foi em 2009. Enquanto as ações das duas maiores empresas da bolsa – Vale e as da Petrobras - tiveram rentabilidade próxima à do Ibovespa, outras se destacaram a ponto de obter mais de 300% de valorização.

A recuperação econômica rendeu grandes resultados a papéis mais voláteis, dentre os quais se destacaram os de empresas do bilionário Eike Batista ou ligadas ao setor imobiliário

As cinco maiores rentabilidades do Ibovespa entre janeiro e 20 de dezembro foram:

MMX Miner ON: 324,19%
Duratex ON: 300,00%
Rossi Resid. ON: 284,89%
Gafisa ON: 158,33%
Cyrela Realt ON: 156,96% Leia o resto deste post »

Quem precisa de educação financeira

Matéria retirada do site Isto é Dinheiro, mostrando que até as grandes empresas já descobriram a importância da educação financeira

Funcionários de grandes empresas e bancos são treinados no trabalho para cuidar melhor do próprio dinheiro

O consultor Reinaldo Domingos, presidente do Instituto de Educação Financeira, de São Paulo, vai direto ao assunto. “Se você não tiver o seu salário a partir de amanhã, por quanto tempo conseguirá manter o padrão de vida atual?” A pergunta incomoda, especialmente quem não tem uma poupança suficiente para suportar o desemprego por 12 meses, pelo menos, até conseguir recolocação. Infelizmente, este foi o caso para a maioria dos cinco mil trabalhadores que passaram pelo instituto nos últimos dois anos, em cursos subsidiados pelas empresas. Mais de 90% dos alunos responderam “não mais do que um ano”. Cerca de 70% estavam endividados ou comprometiam 100% da renda com os gastos mensais. É um problema sério. “Esse perfil de trabalhador está na UTI financeira. Eles não estão poupando”, diz Domingos.

Leia o resto deste post »

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Join 118 other followers