12 dicas para não errar na compra do imóvel

Oi amigos, tudo bem?

Aqui vai uma reportagem muito importante pra quem quer comprar um imóvel, retirada do site Exame.com.

Saiba como evitar problemas relacionados a financiamentos, danos, taxas, desocupação ou até atraso na entrega de imóveis em construção

A grande oferta de imóveis e as opções de crédito tornam o sonho da casa própria cada vez mais próximo da realidade. Por se tratar de uma negociação que envolve altos valores, no entanto, entusiasmar-se com as ofertas e agir por impulso pode ser perigoso. Para evitar problemas relacionados a financiamentos negados, imóveis danificados, cobrança de taxas de condomínio em atraso, imóveis ocupados e até atraso na entrega de imóveis em construção, o Ibedec (Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo) elaborou um Guia Rápido de consulta para os candidatos à compra de imóveis:

1- Pesquise o preço do imóvel: Procure avaliar outros imóveis à venda no mesmo prédio ou conjunto para saber o valor de mercado. Também vale pesquisar junto a imobiliárias e corretores quanto ao preço médio do metro quadrado na região. Para fazer um bom negócio, é preciso saber o valor médio de outros imóveis com as mesmas características do que você pretende comprar e já determinar o valor máximo que você pretende pagar pelo imóvel.

2- Pesquise as taxas de juros: Todos os bancos fazem financiamento à habitação. A taxa de juros varia conforme a renda, o valor do imóvel e o valor do financiamento. Pesquise e faça simulações em todos os bancos para encontrar a melhor taxa. Fique atento ao CET (Custo Efetivo Total), um percentual que mostra quanto o financiamento vai custar, incluindo todas as taxas administrativas e tributos cobrados pelo banco. Nem sempre a menor taxa de juros é o melhor negócio. Para ajudar na pesquisa, a internet é uma grande ferramenta, pois todos os bancos tem simuladores on-line. Leia o resto deste post »

Como vender bem seu imóvel?

Oi amigos, tudo bem?

Aqui vai uma matéria muito interssante sobre imóveis retirada do site Infomoney. Com dicas muito interessantes pra ajudar na hora de vender bem seu imóvel.

O mercado imobiliário brasileiro está aquecido. Com a disponibilidade de crédito e o aumento da renda da população, fenômenos identificados já há alguns anos, muitas pessoas têm comprado uma casa nova. Com isso, vendem seus imóveis usados. Mas como fazer isso da melhor forma possível?

De acordo com o sócio diretor da Imóvel A – Consultores Associados, Alexandre Villas, em primeiro lugar, a pessoa tem de procurar uma imobiliária especialista em seu tipo de imóvel, para avaliar qual o preço que é oferecido pela unidade. “Procure duas ou três avaliações”, orientou.

Escolha
Mas, na hora de entregar a um corretor a venda do imóvel, tome cuidado: analise aquele que avaliou com mais responsabilidade a unidade, não o que avaliou por um valor maior. “Peça para a imobiliária um laudo em que explica o critério de avaliação”, ressaltou.

Villas contou que, nos Estados Unidos, apenas um corretor é escolhido para o imóvel e que ele tem todas as informações da operação, por isso, é o responsável jurídico pela transação. “No Brasil, não há a obrigatoriedade de se ter o corretor, o que é uma pena, porque isso aumenta a segurança entre as partes”, destacou. Leia o resto deste post »

8 formas de se proteger e até lucrar com a inflação

Oi amigos, tudo bem?

Aqui vai uma excelente reportagem do site Exame.com, falando sobre alguns tipos de investimento que podem se beneficiar de um aumento na inflação. Aprenda como proteger seu patrimônio e ainda lucrar com a inflação.

Investimento em imóveis vai render aluguéis mais altos

Quem vive da renda do aluguel de imóveis não tem com o que se preocupar com a alta da inflação. No Brasil, a imensa maioria dos contratos de locação é reajustada pelo IGP-M.

Além disso, o proprietário de um imóvel pode comemorar a valorização do patrimônio. Os preços das propriedades têm subido muito nos últimos anos, se tornando inclusive uma das causas da inflação. Segundo Fernando Sita, diretor da imobiliária Coelho da Fonseca, os imóveis na zona oeste de São Paulo, por exemplo, tiveram uma alta média de 30% em 2009 e de 40% em 2010. No empreendimento Parque Cidade Jardim , da JHSF, o preço do metro quadrado subiu de 5.500 para 10.000 reais desde 2008. Apesar da forte correção, ele acredita na continuidade do avanço dos preços. “Imóveis de altíssimo padrão chegam a custar 20.000 dólares o metro quadrado em Nova York e até 18.000 reais no Brasil. Não vejo motivos para tanta diferença”, afirma. Hoje o aluguel mensal de imóveis residenciais na cidade de São Paulo custa cerca de 0,5% do valor da propriedade.

Mas Felipe Cavalcante, presidente da Associação para o Desenvolvimento Imobiliário e Turístico do Brasil (Adit), alerta o investidor que a renda bruta obtida com o aluguel será reduzida por quatro despesas:

1) qualquer imóvel gera custos de manutenção que deverão ser pagos pelo proprietário;

2) pessoas físicas pagam Imposto de Renda sobre o valor do aluguel de acordo com a tabela de alíquotas da Receita Federal válida para qualquer outro rendimento;

3) o imóvel pode ficar vago durante alguns meses – e as despesas de condomínio ou IPTU correrão por conta do proprietário;

4) a imobiliária cobra do proprietário um comissão pelo serviço de encontrar um inquilino - em São Paulo, a praxe é que o primeiro aluguel seja destinado do corretor. Leia o resto deste post »

Os erros mais comuns de quem investe em imóveis

Oi amigos, tudo bem?

Atendendo a pedidos, aqui vai uma reportagem muito boa do site Infomoney, falando sobre alguns erros que as pessoas cometem ao investir em imóveis. Leitura obrigatória pra quem se interessa pelo assunto.

O investimento em imóveis é cultural no Brasil, mas isso não significa que as pessoas não estejam sujeitas a cometer alguns erros na hora de aderir à modalidade.

De acordo com o presidente do Creci-SP (Conselho Regional dos Corretores de Imóveis), José Augusto Viana Neto, um dos erros dos investidores de imóveis é ter uma avaliação distorcida quanto ao retorno que a aplicação pode proporcionar.

Se quero comprar um imóvel para revender, tenho de entender de liquidez, qual o tempo de demora de venda, quanto tempo o dinheiro deve ficar aplicado, qual o montante que estará aplicado e qual o retorno”, afirmou.

Ele completou: “Porque, se eu vou comprar para obter lucro, tenho de comprar abaixo do valor do mercado para, no mínimo, vender no valor do mercado”. Esse tipo de negócio, segundo Viana, se consegue quando se encontra alguém querendo vender o imóvel com urgência, seja para mudar de cidade, para empreender etc.

Quem compra pensando em vender em um preço acima do mercado não vai conseguir. Só pela facilidade que a internet traz, tem muita informação, então todo mundo sabe o preço”, completou, justificando a estratégia de comprar barato Leia o resto deste post »

Imóvel na planta: conheça os prós e os contras deste tipo de compra

Oi amigos, tudo bem?

Hoje vou postar uma matéria interessante do site Infomoney, falando sobre investimento em imóveis na planta, que está sendo muito procurado nesses últimos tempos. Vale a pena ler as dicas.

Com crédito fácil e o aumento da renda e do emprego, os brasileiros estão cada vez mais buscando realizar os seus sonhos de consumo, principalmente o sonho da casa própria. Dessa forma, a ideia de comprar um imóvel na planta agrada muitos consumidores, sobretudo aqueles que buscam facilidades no pagamento e a possibilidade de montar um apartamento do seu jeito.

Além disso, segundo a arquiteta paulista Renata Marques, os pacotes de personalização – comumente oferecidos em kits para o consumidor escolher um acabamento entre diferentes opções pré-selecionadas – são outra vantagem para quem opta por este tipo de compra.

Isso porque, diz ela, traz economia e garante que o comprador do imóvel não perca a garantia do bem, já que, quando se opta pela reforma, por exemplo, o cliente perde a garantia por serviços como a impermeabilização do piso, encanamentos, instalação elétrica, entre outros.

“É sem dúvida uma situação interessante para o comprador que recebe o imóvel pronto, com todos os opcionais escolhidos, contando ainda com a garantia da construtora. No processo anterior, o cliente precisava aguardar a entrega do imóvel para modificá-lo através de reforma, era necessário quebrar os acabamentos e, muitas vezes, mexer até na estrutura do imóvel para transformá-lo de acordo com o desejo do proprietário”. Leia o resto deste post »

13 passos para escolher o melhor fundo imobiliário

Oi amigos, tudo bem?

Aqui vai uma reportagem retirada do Portal Exame, dando algumas dicas sobre investimento em fundos imobiliários, um tipo de aplicação relativamente nova, mas que está crescendo bastante ultimamte.

Analistas do BTG Pactual dizem como avaliar se o investimento em um desses fundos vale ou não a pena

Os fundos imobiliários são uma opção interessante de obter uma rentabilidade um pouco maior que a da renda fixa sem assumir um risco tão alto quanto o da bolsa. O país passa por um boom imobiliário, gerado por uma combinação de juros em um patamar historicamente baixo, inflação sob controle, aumento da renda e da mobilidade social, incentivos governamentais para a compra de imóveis e déficit habitacional alto. Paradoxalmente, os fundos imobiliários ainda atraem um número muito restrito de investidores no Brasil. A maior parte deles são clientes de private banks – que geralmente possuem um patrimônio financeiro superior a 1 milhão de reais. O aumento da participação dos investidores de varejo esbarra principalmente na dificuldade para a escolha de um fundo imobiliário. O mercado ainda não amadureceu, é acompanhado por um número pequeno de pessoas e há poucos especialistas aptos a dar aconselhamento aos investidores.

Há algumas semanas, o banco BTG Pactual jogou um pouco de luz nesse porão ao divulgar o relatório “Entendendo os fundos de investimento imobiliário”. Em 24 páginas, os analistas Alexandre Muller, Monica Ferri e Rodrigo Monteiro explicam os aspectos que devem ser analisadas pelo investidor antes de investir em um fundo imobiliário. Com a expectativa de forte crescimento na oferta de quotas e de entrada de novas instituições financeiras nesse segmento, fazer o dever de casa e estudar as características de cada fundo tornou-se tão importante quanto analisar em profundidade determinada empresa antes de investir em suas ações.

Veja a seguir 13 passos para escolher o melhor fundo:

1 – A principal dica é escolher bem o gestor do fundo imobiliário. O gestor é o responsável por escolher os imóveis que farão parte da carteira e que serão alugados para remunerar os quotistas. Caso o gestor tome decisões acertadas, o risco de inadimplência ou vacância será bem menor. A chance de o imóvel se valorizar ao longo do tempo também cresce. “Acreditamos que a presença de um gestor experiente e qualificado representa um fator de influência determinante sobre o desempenho dos fundos imobiliários“, escreveram os analistas do BTG Pactual. Eles não apontam quais seriam os melhores gestores, mas, no mercado, casas como o Credit Suisse Hedging-Griffo, a RB Capital e a Brazilian Finance & Real State possuem uma boa reputação nessa área.

2 – Prefira fundos imobiliários com quotas negociadas na Bovespa. Apenas 42% dos fundos imobiliários constituídos no país possuem essa característica. O ganho do investidor é duplo. Em primeiro lugar, é mais fácil vender as quotas do fundo e recuperar o dinheiro investido. Além disso, os ganhos da pessoa física com os aluguéis ficam isentos de Imposto de Renda desde que respeitadas mais duas condições. O fundo precisa ter ao menos 50 quotistas e nenhum deles pode ter mais de 10% do patrimônio. São tributados com uma alíquota de 20% de IR apenas os ganhos de capital obtidos com a venda de cotas em bolsa. Mesmo assim, a vantagem tributária do fundo imobiliário é enorme. O aluguel de um imóvel é tributado com a tabela progressiva do IR, que inclui alíquotas de 7,5% a 27,5% para valores acima de 1.499,15 reais mensais. Leia o resto deste post »

Onde investe um dos maiores fundos imobiliários do país

Oi pessoal, pra quem interessa em investimento em imóveis e fundos imobiliários, vai uma reportagem interessante do Portal Exame, com um dos sócios da Prosperitas.

Com os preços em alta, a Prosperitas prefere construir seus imóveis e evita torres de escritórios e residências do Minha Casa, Minha Vida

Com cerca de 3 bilhões de reais sob gestão e 1,1 milhão de metros quadrados em áreas imobiliárias para locação, a Prosperitas é um dos maiores fundos de investimento em imóveis do Brasil. O primeiro fundo da empresa foi lançado em 2003 e, desde então, deu um retorno de cerca de 25% ao ano. Resultados como esse, bem superiores à média do segmento imobiliário, fizeram com que a empresa passasse a ser procurada por investidores estrangeiros. Neste mês, a Prosperitas lançou oficialmente seu terceiro fundo, que captou 1 bilhão de reais.

Luciano Lewandowski, sócio da Prosperitas, diz que a estratégia para montar um portfólio de investimentos em um momento de boom imobiliário e preços salgados é construir ela mesma os imóveis que farão parte do fundo.É difícil investir nos imóveis já construídos porque o dono do terreno já ganhou muito, o construtor já ganhou muito e o incorporador quer ganhar muito. O que a gente sempre se pergunta é se ainda haveria espaço para o investidor ganhar muito. Na maioria dos casos, nós achamos bem arriscado.” Para quem também acha que os preços estão na estratosfera, fica a dica de sondar a viabilidade de construção de um imóvel em determinada região.

Lewandowski também acha que o momento é ruim para investir em torres de escritórios no Rio de Janeiro e em São Paulo e que o programa Minha Casa, Minha Vida entregará muito menos do que promete. A Prosperitas planeja direcionar até 90% dos recursos do novo fundo para loteamentos para a construção de casas, shopping centers principalmente no Norte e no Nordeste e centros de distribuição e galpões industriais. Na entrevista abaixo, ele explica as estratégias:

O mercado imobiliário brasileiro passou por um boom nos últimos anos. Como as pessoas físicas podem tentar lucrar com imóveis?

Luciano Lewandowski - Culturalmente o brasileiro tende a investir em renda fixa por causa dos juros altos. Mesmo no mercado imobiliário, o investidor prefere imóveis reais. A própria Prosperitas não investe em papéis imobiliários lastreados em receitas de aluguéis ou que possam se valorizar com o bom momento do mercado imobiliário. Mas acho que, para as pessoas físicas, aplicar em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) e fundos imobiliários pode ser bem interessante. Eu mesmo, como pessoa física, já ganhei algum dinheiro com CRIs. O segredo é selecionar muito bem os projetos ou os gestores. Tem pouca gente que sabe trabalhar com fundos imobiliários no Brasil. Eu gosto da Brazilian Finance & Real State e do Credit Suisse Hedging-Griffo. Acho que eles têm um histórico bom de projetos e sabem ganhar dinheiro com isso. O problema é que, com o crescimento desse mercado, vão aparecer muitos gestores de fundos imobiliários com pouca experiência. A pessoa física também deve pensar que não é tão fácil vender seus papéis imobiliários quanto sair de um investimento em títulos públicos e vender ações. Mesmo os fundos imobiliários com quotas negociadas em bolsa só são uma boa opção hoje para quem deseja comprar volumes pequenos de quotas. Ninguém consegue vender uma posição de 50 milhões de reais em um fundo imobiliário rapidamente. Mas os fundos também têm características interessantes. A possibilidade de retorno mais alto que a renda fixa e a isenção de IR para pessoas físicas são algumas delas. Leia o resto deste post »

Classe média sofre para comprar imóvel

Oi amigos, novamente volto com outra matéria sobre imóveis, desta vez do portal Exame. Falando sobre algumas dificuldades que as pessoas de classe média estão encontrando pra conseguir sua casa.

O grande problema não é a oferta de crédito, mas sim os preços astronômicos dos imóveis nos bairros tradicionais

As notícias sobre o setor imobiliário nos últimos anos não poderiam ser melhores. O crédito habitacional deve crescer perto de 100% em 2010; cimenteiras trabalham a todo vapor; e muito se fala na falta de mão de obra para construir os empreendimentos. Não é exagero dizer que muitas pessoas que acalentaram por anos o sonho da casa estão perto de torná-lo realidade.

A Caixa Econômica Federal (CEF), por exemplo, deve bater neste ano seu recorde de concessão de crédito habitacional, de 70 bilhões de reais. A despeito da melhoria evidente, ainda não dá para afirmar que as facilidades para aquisição de um imóvel estão ao alcance de todos.

O mercado, afirmam os especialistas, possui nuances e muitas famílias ainda têm dificuldade de acessá-lo. O principal motivo é a forte valorização nos preços dos imóveis, principalmente nos bairros tradicionais da classe média – transformados hoje em redutos das classes mais abastadas. Leia o resto deste post »

Como ter sucesso ao investir em imóveis na planta

Oi amigos, tudo bem?
Estive um pouco afastado um tempo do blog.
Estava me dedicando a aprender mais sobre uma modalidade de investimento muito interessante, rentável, mas também muito arriscada. Eu estava trabalhando com opções, ganhei e perdi bastante dinheiro nesses dias. Mas eu falo mais sobre isso em outro post.
Hoje vou deixar pra vocês uma matéria muito boa do site Infomoney, falando sobre investimento em imóveis na planta, um tipo de investimento muito procurado atualmente.

O aquecimento do mercado imobiliário, a alta oferta de crédito e os resultados não tão animadores de outras modalidades de investimento têm feito com que muitos brasileiros apostem na compra de um imóvel na planta como forma de aplicar seu dinheiro.

Esta era a  aposta de pessoas que já atuavam no mercado e tinham familiaridade com o assunto. Porém, tem atraído um público diferente, desde quem está começando agora a aplicar o dinheiro, como jovens bem-sucedidos na carreira, até quem está querendo diversificar os investimentos, como os aplicadores de bolsa que não estão tão felizes com os resultados de suas ações. Leia o resto deste post »

O imóvel certo de acordo com seu perfil

Oi amigos, tudo bem?

Essa é uma reportagem interessante do Portal Exame com boas dicas pra ajudar na compra de um imóvel. Sei que muitos leitores gostam de investir em imóveis.

Saiba que tipo de casa ou apartamento é melhor para solteiros, casais com filhos de várias idades e idosos.

Apesar de ser o negócio mais importante da vida de boa parte dos brasileiros, muita gente ainda compra imóvel por impulso. Nos feirões promovidos pela Caixa Econômica Federal, é comum que alguém feche o financiamento de um imóvel pronto sem ao menos visitá-lo. A pessoa fica tão encantada ao descobrir que é possível comprar uma casa com zero de entrada e com uma prestação que cabe no seu bolso que simplesmente se esquece de tomar as precauções necessárias. Autor do livro “Imóveis: Seu Guia para Fazer da Compra e Venda um Grande Negócio”, o vice-presidente do Instituto Brasileiros dos Executivos de Finanças (Ibef), Luiz Calado, alerta que tomar um empréstimo com condições confortáveis de pagamento é apenas o primeiro passo para a aquisição da casa própria. É necessário avaliar a documentação do imóvel, as condições de segurança, a qualidade de vida oferecida pelo bairro e o potencial de valorização. Mais importante do que tudo isso, no entanto, é pensar qual é o imóvel certo para atender as necessidades de cada perfil de comprador. Abaixo Luiz Calado ensina oito tipos de compradores a não errar na hora da aquisição:

1 – Alguém solteiro deve comprar um imóvel com facilidade de serviços. É provável que você não queira gastar seu tempo livre levando roupas para lavar ou limpando o banheiro. Caso esteja à procura de um apartamento pequeno, certifique-se que há uma lavanderia comum. Em alguns condomínios, há um funcionário responsável por lavar, secar, passar e entregar as roupas de cada morador. Dividido por todos os condôminos, o custo desse serviço acaba sendo irrisório. Ter um serviço centralizado de limpeza – como no caso de flats – também pode ser uma boa opção para diluir despesas. Ainda no caso de apartamentos pequenos, um salão de festas amplo pode ser uma forma inteligente de receber amigos. Um serviço de portaria 24 horas é interessante para quem nunca estará em casa para receber cartas e encomendas. Outro serviço bastante valorizado por solteiros é uma ampla rede de restaurantes com delivery nas vizinhanças. Mulheres solteiras costumam pensar muito em segurança. Em grandes cidades como São Paulo, apartamentos costumam ser mais seguros do que casas. Se ainda assim você preferir uma casa, procure instalar portão automático e equipamentos de segurança.

2 – Caso sua família consista em um casal que planeja ter mais filhos num futuro próximo, antecipe-se e compre um imóvel com um dormitório a mais. Pesquisas mostram que, na média, um brasileiro compra menos de dois imóveis durante toda a sua vida. Parte desse enraizamento deve-se aos custos financeiros de trocar de imóvel. Impostos, taxas cobras pela imobiliária e a escritura costumam representar cerca de 8% do preço de uma casa ou apartamento. Então vale a pena comprar um imóvel que vai atender suas necessidades no futuro previsível. Leia o resto deste post »

Quando um imóvel comercial é o melhor investimento

Oi amigos, tudo bem?

Já vi que muitas leitores se interessam por imóveis, então aqui vai mais uma reportagem retirada do site Portal Exame, sobre imóveis comerciais.

Especialistas dizem que imóveis comercias têm rentabilidade maior e inadimplência menor que residenciais, mas também há desvantagens

Há alguns anos, entrar no mercado de locação de imóveis comerciais era umas das piores estratégias para investidores. Mas o cenário mudou. A economia vai bem, os juros estão menores e as empresas têm feito fila para locar os espaços mais cobiçados. No entanto, as incógnitas sobre as vantagens da locação de imóveis comerciais em relação aos residenciais ainda persistem enquanto as diferenças de mercado entre as regiões dificultam a elaboração de uma resposta padrão para esse tipo de negócio.

A estratégia para resolver o dilema é recorrer a uma equação básica para as decisões de todo investidor. “As melhores oportunidades de investimento são resultado da interação entre as melhores condições de segurança, rentabilidade e liquidez”, afirma André Rosa, diretor de vendas e investimentos da consultoria imobiliária Jones Lang LaSalle.

Geralmente, quando a variável em questão é rentabilidade, a locação de imóveis comerciais dispara na frente. Em média, os rendimentos na cidade de São Paulo, segundo Daniel Nader, diretor de investimentos da Cushman & Wakefield, variam de 0,8% a 1,1% sobre o preço do imóvel. A receita dos alugueis residenciais, por sua vez, alcança o percentual de 0,6%. Essa diferença, contudo, muda conforme a área de localização do imóvel. É possível que, em algumas regiões, seja mais rentável optar por investimentos em propriedades residenciais.

O perfil do locador dos dois tipos também deve pesar na decisão. “Quando você aluga para empresas, as garantias de crédito são de melhor qualidade”, afirma Nader. Além disso, os contratos são firmados com uma duração bastante superior aos dos imóveis residenciais. Enquanto nas residências, a locação dura, em média, dois anos, nos empreendimentos comerciais, esse período varia de 5 a 10 anos. “O inquilino comercial dificilmente vai querer perder aquele ponto. No caso das residências, o perfil das famílias muda muito com o tempo e isso influencia no tipo de imóvel escolhido para morar”, diz. Leia o resto deste post »

Saiba quais tipos de imóveis são alugados rapidamente

Oi amigos, tudo bem?

Matéria muito boa sobre imóveis, parece que vocês estão bem interessados no assunto.

Retirada do Portal Exame.

Casas e apartamentos menores em bairros com boa infraestrutura, próximos a regiões centrais e com custos baixos de manutenção são irresistíveis para os inquilinos

Investir em imóveis sempre foi encarado no Brasil como uma forma de garantir uma renda futura. Em teoria, o proprietário lucra tanto com o aluguel dos espaços quanto com a valorização dos imóveis um si – uma tendência bastante consolidada em todas as economias que registram expansão. Com as alterações na Lei do Inquilinato em janeiro de 2010, o negócio de aluguel de imóveis tornou-se ainda mais seguro e vantajoso para os proprietários, que ficaram mais protegidos contra o risco representado pelos maus pagadores. Mas ainda é preciso cuidado ao apostar o dinheiro acumulado em imóveis, principalmente para não comprar algo que não desperte o interesse dos locatários.

Um apartamento ou casa às moscas é perda certa para o proprietário. Sem inquilino, será o locador frustrado que terá de desembolsar o dinheiro necessário para pagar IPTU, mensalidade do condomínio e gastos com manutenção. Especialistas estimam que um apartamento padrão de dois dormitórios e duas vagas na garagem possa gerar um rombo 17.000 reais se permanecer desocupado por um ano.

Diante desses dados, há quem diga que para encarar as demandas desse negócio é preciso sorte. Mas, os especialistas discordam. De acordo com eles, a receita para o sucesso em investimentos imobiliários está em uma série de precauções na hora de comprar e manter um imóvel. Atentar para as áreas da cidade com mais potencial de valorização, para o tamanho do imóvel e até para o valor do condomínio são alguns dos itens que obrigatoriamente devem pesar na decisão sobre o destino de seu investimento. Leia o resto deste post »

Um jeito inteligente de investir em imóveis

Oi amigos, tudo bem?

Estão aproveitando bem o feriado da Páscoa? Espero que sim.

Venho falando muito sobre mercado de ações ultimamente, então vou mudar o foco um pouco.

Vou postar uma matéria sobre imóveis, mais precisamente um tipo de investimento em imóveis, o investimento em fundos imobiliários.

Matéria retirada do Portal Exame

Veja dez motivos para optar pelos fundos imobiliários ao invés de comprar um imóvel para depois alugá-lo

Muitos brasileiros já sabem que, para ficar sócio de uma empresa gigantesca como a Vale ou a Petrobras, basta comprar suas ações na BM&FBovespa. Ao fazer essa opção, o investidor torna-se sócio de uma companhia sólida e com enormes vantagens competitivas, ganha uma fonte de renda ao receber regularmente dividendos e juros sobre o capital próprio e, se tudo der certo, ainda obtém um retorno com a valorização das ações.
O que muito pouca gente sabe é que, da mesma forma, também é possível investir em quotas de grandes empreendimentos imobiliários – como o shopping Higienópolis, em São Paulo – para faturar com as receitas de aluguel e a futura valorização do imóvel.

Esse tipo de investimento pode ser feito por meio dos fundos imobiliários. Trata-se, é verdade, de uma aplicação ainda pouco popular no Brasil. Segundo a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), havia no começo de 2010 cerca de 5,6 bilhões de reais investidos em fundos imobiliários – contra mais de 300 bilhões de dólares nos Estados Unidos. A previsão de especialistas é que, com a queda das taxas de juros, esse número cresça exponencialmente no Brasil nos próximos anos. Para quem acha que já é hora de começar a retirar parte do patrimônio da segurança dos títulos públicos, especialistas dizem que há pelo menos dez vantagens em comprar quotas de fundos imobiliários ao invés de adquirir um imóvel para depois alugá-lo.

1 – Incentivos tributários: Quando alguém aluga um imóvel, tem que pagar à Receita Federal até 27,5% do lucro obtido a título de Imposto de Renda. Já no fundo imobiliário, há isenção de Imposto de Renda para os rendimentos pagos aos investidores pessoa física que possuam menos de 10% das quotas. O fundo também precisa ter mais de 50 investidores e suas quotas devem ser negociadas exclusivamente na Bovespa ou no mercado de balcão organizado. Como os administradores de fundos imobiliários sabem que aproveitar esse incentivo tributário ajuda a atrair investidores, todos os produtos oferecidos a pessoas físicas até hoje no Brasil se enquadravam nessas regras. Leia o resto deste post »

A receita de Sam Zell

Oi amigos, tudo bem?

Aqui vai uma matéria retirada do Portal EXAME, sobre Sam Zell – bilionário americano especializado em imóveis (essa é pros leitores que dizem que eu só falo de ações nesse blog).

AS PRINCIPAIS LIÇÕES DO INVESTIDOR AMERICANO QUE ACUMULOU UMA FORTUNA DE 3 BILHÕES DE DÓLARES COMPRANDO E VENDENDO IMÓVEIS

Pergunte ao americano Sam Zell o que ele faria se tivesse uma quantia ilimitada de dinheiro para investir, e a resposta é imediata: “Eu compraria o Brasil”, diz ele. Claro, o país teria de estar à venda para que o sonho de Zell fosse concretizado, o que não parece ser o caso - mas a resposta ajuda a entender como funciona a cabeça daquele que já foi chamado de o mais influente investidor da história do mercado imobiliário.

Filho de imigrantes poloneses e dono de uma fortuna estimada em 3 bilhões de dólares, Sam Zell começou a construir seu império ainda estudante. Ele comprava apartamentos abandonados, reformava e alugava para outros estudantes. Apartamento vai, apartamento vem, tornou-se dono de 200 000 imóveis residenciais nos Estados Unidos.

Seu negócio mais célebre foi a venda de sua empresa de imóveis comerciais, a Equity Office Properties, para o fundo americano de private equity Blackstone, por 39 bilhões de dólares - o maior negócio já feito no setor. Isso, vale lembrar, no fim de 2006, pouco antes da implosão do mercado imobiliário americano.

Nos últimos 40 anos, Zell aprimorou o estilo de investimento que, agora, faz com que veja no Brasil as maiores oportunidades de lucro do planeta. Ele tem cerca de 1 bilhão de dólares investidos em empresas brasileiras, como Gafisa e BR Malls, e pretende aplicar mais, em setores como hotelaria e infraestrutura.

Como ele, milhares de investidores estão apostando no potencial do mercado imobiliário brasileiro. EXAME procurou Sam Zell para conhecer os pilares de seu método - e entender como os pequenos investidores podem aprender com ele. Veja suas principais lições.

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