Os erros mais comuns de quem investe em fundos

Oi amigos, tudo bem?

Aqui vai uma matéria excelente do site Infomoney, falando sobre alguns dos principais erros que os investidores cometem ao investirem em fundos.

Crescimento do mercado de trabalho, aumento da renda, controle da inflação. Com a melhora do cenário macroeconômico brasileiro, a população passou a ter mais dinheiro para investir. E ela não tem escolhido apenas a tradicional poupança ou a tão falada bolsa de valores. Os fundos caíram no gosto dos brasileiros.

Últimos dados divulgados pela Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) mostraram que o total de aplicações na indústria de fundos de investimento superou os resgates em R$ 9,875 bilhões no mês de fevereiro deste ano. Em 2010, a entrada líquida superou a casa dos R$ 100 bilhões.

O problema é que, na hora de aplicar na modalidade, muitos brasileiros ainda cometem erros, principalmente os investidores de varejo, por falta de informação ou por comportamentos que podem comprometer os ganhos ao investir em fundos.

Os principais erros
Confira, abaixo, quais são os principais, citados pelo sócio da M2 Investimentos, Bruno Lembi.

- Não ter meta:As pessoas não têm um objetivo claro e, quando vão optar pelo fundo, simplesmente escolhem o que rendeu mais. Elas aplicam em janeiro e, em dezembro, não sabem se deu certo ou errado o plano de investimento, porque não têm objetivo”; Leia o resto deste post »

Como lucrar no fundo do poço

Oi amigos, tudo bem? Aqui vai uma excelente matéria, retirada do site  Istoé Dinheiro falando como aumentar a rentabilidade da sua carteira, mesmo em um mercado de baixa. É importante saber como lucrar em um cenário de alta de baixa também. É bom lembrar que algumas das estratégias são mais arriscadas que o normal e são indicadas para pessoas mais experientes.

As estratégias dos investidores que ganham dinheiro quando a bolsa vai mal – e o que você pode aprender com eles

Crise econômica nos Estados Unidos e na Europa, capitalização da Petrobras em 2010, perspectiva de juros mais altos em 2011. Pode escolher o seu motivo para explicar a queda das ações. Nessas horas, o ideal é sair da bolsa, certo? Errado.

Há outras estratégias para lidar com um mercado em baixa. Elas podem proteger o valor de uma carteira de ações no longo prazo, melhorar a rentabilidade dos papéis e gerar lucros até quando o mercado cai.
Não são as maneiras mais óbvias de operar: exigem conhecimento, perspicácia e coragem para assumir riscos, mas um número crescente de investidores está aproveitando o desempenho fraco da bolsa para tentar ganhar dinheiro assim.
A estratégia de ganhar na baixa que mais vem crescendo é o aluguel de ações. Funciona exatamente como o aluguel de um imóvel: quem tem ações cede sua posse (mas não a propriedade) a outro investidor, em troca de dinheiro.
O proprietário das ações, chamado “doador”, obtém uma rentabilidade entre 2% e 6% ao ano, que não é isenta de imposto. Pode não ser uma grande taxa, mas ajuda. “Essa estratégia serve, por exemplo, para diminuir o custo de carregamento das ações”, diz Manuel Lois, diretor da corretora Spinelli.
Esse custo é o equivalente aos juros que o investidor deixa de ganhar na renda fixa ao preferir a bolsa.
Um dos maiores e mais conhecidos usuários dessa estratégia é o investidor Lírio Parisotto. Dono da Videolar, o empresário concentrou suas vultosas aplicações no fundo exclusivo Geração L.Par, cujo patrimônio no fim de 2010 era de R$ 2,58 bilhões. “Colocamos 25% das ações do fundo para alugar”. No ano passado, essa estratégia rendeu R$ 20 milhões, uma rentabilidade média de 3%. Leia o resto deste post »

Saiba por que até os arrojados devem investir em renda fixa

Oi amigos, tudo bem? Essa é uma matéria do site Exame.com, falando sobre a importância de ter um portfólio equilibrado e as vantagens de se investir em fundos de renda fixa, que pode ter lugar até mesmo no portfólio dos investidores mais agressivos.

Dinheiro poderá ser utilizado tanto para arcar com despesas imprevisíveis quanto para aproveitar oportunidades futuras na bolsa

Embora a renda variável tenha ganhado espaço entre os investidores nos últimos anos, a liderança no segmento de fundos de investimento permanece inalterada no país. Os fundos de renda fixa ocupam o primeiro lugar do pódio, ainda com larga vantagem sobre os demais investimentos. Na prática, ao destinar no mínimo 80% dos seus recursos a títulos de renda fixa, esses fundos emprestam dinheiro aos emissores de papéis de dívida, como governo, empresas e bancos. O lucro vem dos juros que essas instituições pagam pelo capital recebido antecipadamente. E a forma como esse pagamento é concedido varia em função da política de rendimento previamente acordada.

Os títulos de renda fixa pós-fixados, por exemplo, pagam a soma de um determinado índice – como a inflação medida pelo IPCA – com uma taxa de juros combinada entre quem emitiu e quem comprou o título. Neste caso, só é possível conhecer o quanto será embolsado no momento do resgate de quotas porque é impossível prever o IPCA dos próximos anos. Por sua vez, os títulos prefixados têm sua remuneração determinada no momento da aplicação, de modo que o lucro fica atrelado a uma taxa de juros preestabelecida. Se um papel paga juros de 20% ao ano, por exemplo, o investidor não terá surpresas.

Justamente por se apoiar no fator previsibilidade que os fundos de renda fixa são os favoritos de tantos investidores. Segundo a Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), eles representam, sozinhos, quase 30% da indústria de fundos brasileira. Além disso, a liquidez nesse tipo de aplicação é alta, o que permite ao aplicador sacar o dinheiro no curto prazo com menos chance de amargar prejuízos. “Ainda somos assombrados por muitos problemas do passado. Quem apostou na previdência perdeu muito com a falta de correção inflacionária, a poupança foi confiscada pelo plano Collor e o setor imobiliário viu a Encol quebrar. O brasileiro sofreu para acumular o dinheiro e por isso dá valor à possibilidade de fazer saques imediatos”, acredita o consultor financeiro Gustavo Cerbasi.

Por esse motivo, os fundos de renda fixa são muitas vezes associados a um perfil conservador de investimento. Muito embora essa modalidade de aplicação se encaixe nas aspirações do sujeito avesso a riscos, analistas concordam que é sensato para qualquer um manter uma parte significativa do patrimônio na renda fixa. Do ponto de vista da realização de sonhos, o fundo permite o resgate de recursos com facilidade. Por isso, é ideal para quem tem compromissos com datas, como casamento marcado, formatura de filhos e vencimento do aluguel. Além disso, o investimento protege o capital e permite a prática do rebalanceamento financeiro. “Toda carteira tem que ter renda fixa para ser entendida como reserva de oportunidade: é com ela que eu posso enriquecer porque é com ela que vou comprar ações baratas em algum momento, por exemplo”, explica Cerbasi. Leia o resto deste post »

Os fundos de ações mais rentáveis de 2010

Oi amigos, tudo bem? Essa reportagem retirada do site Exame.com fala sobre o desempenho dos 10 melhores fundos de ações no ano de 2010.

Um ponto que chama a atenção é que a maior parte deles é de gestores pouco conhecidos, o que acaba dando mais trabalho para o investidor na hora de escolher o fundo, mas pode acabar trazendo resultados muito interessantes.Outro detalhe importante foi que a maioria dos fundos campeões tinham uma carteira com pouca correlação com o Ibovespa.

Vale lembrar que é importante pesquisar bem antes de investir, tanto em uma asset pequena quanto num grande banco.

Pesquisa com base em números da Anbima mostra que apenas um dos dez fundos de ações com maior rentabilidade é gerido por um grande banco.

Nove dos dez fundos de ações mais rentáveis do Brasil em 2010 são administrados por gestoras de recursos independentes, segundo um levantamento feito por EXAME.com a partir de uma consulta aos dados publicados no site Como Investir, da Anbima (a associação dos bancos de investimento e gestoras de recursos). A exceção da lista é o fundo Unibanco Micro Cap FIC FIA, administrado pelo Itaú Unibanco, que ficou em quinto lugar em rentabilidade. Segundo o ranking publicado logo abaixo, o primeiro colocado foi um fundo da gestora de recursos Skopos, que obteve uma rentabilidade de 47,03%, contra apenas 1,04% do Ibovespa. Leia o resto deste post »

As corretoras que indicaram as melhores ações em 2010

Oi amigos. Tudo bem?

O site Exame. com, costuma apresentar mensalmente as carteiras recomendadas por várias corretoras. Recentemente foi publicada uma matéria avaliando e comparando o desempenho desses carteiras ao longo do ano de 2010, excelente matéria, muito interessante. Vale a pena conferir.

Em um ano em que o Ibovespa subiu só 1%, a carteira recomendada pelos analistas do Bradesco BBI apresentou valorização de 28,5% e superou as das demais corretoras

Em 2010, o Ibovespa fechou o ano com uma alta de apenas 1,04%. Se o módico desempenho não chega a despertar entusiasmo, especialmente quando comparado aos 82 pontos percentuais cravados em 2009, a valorização das carteiras recomendadas por algumas corretoras e bancos mostra que o ano não foi exatamente amargo para quem apostou nesses relatórios ao balizar suas decisões de investimento na renda variável.

Quem seguiu o portfólio sugerido mês a mês pelo Bradesco BBI levou para casa um retorno de nada menos que 28,5% ao cabo de 2010. O rendimento foi quatro vezes superior ao da tradicional poupança, que terminou o ano em 6,9%. Embora nenhum dos resultados analisados tenha ficado abaixo da valorização registrada pelo Ibovespa, a carteira de algumas corretoras, por outro lado, perdeu ou praticamente empatou com a inflação.

Segundo estimativas do mercado, a subida de preços medida pelo IPCA deverá chegar a 5,9% em 2010. O percentual é maior do que o apresentado pelo portfólio da Planner, que terminou o ano com uma valorização de 5,02%. Na carteira do BB Investimentos, a alta foi levemente superior, chegando a 6,21%. Leia o resto deste post »

O jeito certo de investir de R$ 10.000 a R$ 10 milhões

Oi amigos, tudo bem?

Aqui vai uma reportagem bem interessante do site Exame.com falando sobre algumas maneiras de investir determinadas quantias na bolsa de valores, dependendo da quantidade disponível para aplicar e do seu grau de conhecimento sobre o mercado financeiro.

Fundos de índice de ações são a melhor opção para investir 10.000 reais

A melhor forma de constituir uma carteira diversificada de ações com pouco dinheiro é por meio da compra dos chamados ETFs, que são fundos de índices de ações negociados em bolsa. Os ETFs são administrados pelo Itaú ou BlackRock. A carteira de papéis desses fundos podem seguir:

1) um índice com as principais ações da bolsa (como o Ibovespa, o IBrX-50 e o IBrX-100); 2) um índice focado em empresas médias e pequenas (MidLarge Cap ou Small Cap); ou 3) um índice específico de determinado setor (Índice BM&FBovespa de Consumo ou Índice BM&FBovespa Imobiliário).

Com qualquer uma dessas opções, o investidor estará bem diversificado e não sofrerá grandes perdas se uma empresa da carteira passar por sérias dificuldades. O produto é bastante recomendado por especialistas para quem tem pouco tempo para acompanhar o mercado ou mesmo como porta de entrada para a bolsa. Outra grande vantagem dos ETFs é a baixa taxa de administração, que alcança no máximo 0,69% ao ano. A imensa maioria dos bancos e assets vão cobrar taxas de administração bem maiores nos fundos ativos de ações.

“É por isso que existem vários estudos que mostram que o investidor ganha mais nos fundos passivos, o que inclui os ETFs”, diz o professor de finanças Jurandir Sell Macedo, da UFSC. O único problema dos ETFs é que o investidor precisa abrir uma conta em uma corretora para negociá-los. “Mas ao contratar uma corretora o investidor pode aplicar dinheiro também no Tesouro Direto e fugir das taxas de administração altas tanto na bolsa quanto na renda fixa”, diz Fernando Meibak, da Moneyplan Consultoria. Leia o resto deste post »

Fundos de índices são porta de entrada para bolsa

Oi amigos, tudo bem?

Aqui vai uma matéria muito boa do Portal Exame, falando sobre o investimento em fundos de índices, uma alternativa muito interessante para investir seu dinheiro economizando tempo e gastando pouco.

Ainda pouco negociados no Brasil, os ETFs cobram taxas baixas em troca de diversificação e transparência

Comparações entre fundos de ações passivos e ativos sempre geram polêmica. Diversos economistas defendem que os fundos que simplesmente buscam seguir um índice de ações (os passivos) costumam apresentar uma rentabilidade média maior do que aqueles que estabelecem como meta bater a média do mercado (os ativos). Devido à cobrança de altas taxas de administração e performance e à inabilidade de muitos gestores em prever o futuro, dizem esses teóricos, acaba sendo mais vantajoso se manter longe dos fundos ativos. Outros estudos, no entanto, demonstram que, principalmente no curto e no médio prazo, escolher um gestor com habilidade para se antecipar às tendências do mercado pode gerar lucros superiores.

Para quem prefere os fundos passivos, especialistas dizem que um jeito bastante interessante de investir dinheiro é por meio dos chamados ETFs (“exchanged traded funds”, ou fundos negociados em bolsa). Apesar do nome complicado, os ETFs são fundos passivos que seguem o desempenho de algum índice de ações – como o Ibovespa, por exemplo. Ao mesmo tempo, possuem quotas negociadas em bolsa. Isso significa que para entrar ou sair desse fundo, basta dar uma ordem de compra ou venda do papel via home broker ou telefone da mesma forma que se negocia qualquer ação por meio da plataforma de uma corretora.

No mercado brasileiro, há apenas sete ETFs. O primeiro deles foi o de Papéis Índice Brasil Bovespa (PIBB), lançado pelo Itaú Unibanco em 2004. Esse fundo segue o IBrX-50, índice que reúne as 50 empresas mais negociadas na Bovespa. Se essas companhias apresentarem uma valorização média ponderada de 50% em um ano, por exemplo, quem comprou o PIBB terá praticamente o mesmo ganho. Os outros seis fundos de índices negociados atualmente na Bovespa foram desenvolvidos pelo banco britânico Barclays e depois vendidos à americana BlackRock, que assumiu a gestão do produto. O mais negociado é o Ibovespa Fundo de Índice (BOVA11), que busca replicar o principal índice de ações da bolsa brasileira. Mas também há fundos setoriais de consumo e imobiliário ou apenas de pequenas empresas. Leia o resto deste post »

13 passos para escolher o melhor fundo imobiliário

Oi amigos, tudo bem?

Aqui vai uma reportagem retirada do Portal Exame, dando algumas dicas sobre investimento em fundos imobiliários, um tipo de aplicação relativamente nova, mas que está crescendo bastante ultimamte.

Analistas do BTG Pactual dizem como avaliar se o investimento em um desses fundos vale ou não a pena

Os fundos imobiliários são uma opção interessante de obter uma rentabilidade um pouco maior que a da renda fixa sem assumir um risco tão alto quanto o da bolsa. O país passa por um boom imobiliário, gerado por uma combinação de juros em um patamar historicamente baixo, inflação sob controle, aumento da renda e da mobilidade social, incentivos governamentais para a compra de imóveis e déficit habitacional alto. Paradoxalmente, os fundos imobiliários ainda atraem um número muito restrito de investidores no Brasil. A maior parte deles são clientes de private banks – que geralmente possuem um patrimônio financeiro superior a 1 milhão de reais. O aumento da participação dos investidores de varejo esbarra principalmente na dificuldade para a escolha de um fundo imobiliário. O mercado ainda não amadureceu, é acompanhado por um número pequeno de pessoas e há poucos especialistas aptos a dar aconselhamento aos investidores.

Há algumas semanas, o banco BTG Pactual jogou um pouco de luz nesse porão ao divulgar o relatório “Entendendo os fundos de investimento imobiliário”. Em 24 páginas, os analistas Alexandre Muller, Monica Ferri e Rodrigo Monteiro explicam os aspectos que devem ser analisadas pelo investidor antes de investir em um fundo imobiliário. Com a expectativa de forte crescimento na oferta de quotas e de entrada de novas instituições financeiras nesse segmento, fazer o dever de casa e estudar as características de cada fundo tornou-se tão importante quanto analisar em profundidade determinada empresa antes de investir em suas ações.

Veja a seguir 13 passos para escolher o melhor fundo:

1 – A principal dica é escolher bem o gestor do fundo imobiliário. O gestor é o responsável por escolher os imóveis que farão parte da carteira e que serão alugados para remunerar os quotistas. Caso o gestor tome decisões acertadas, o risco de inadimplência ou vacância será bem menor. A chance de o imóvel se valorizar ao longo do tempo também cresce. “Acreditamos que a presença de um gestor experiente e qualificado representa um fator de influência determinante sobre o desempenho dos fundos imobiliários“, escreveram os analistas do BTG Pactual. Eles não apontam quais seriam os melhores gestores, mas, no mercado, casas como o Credit Suisse Hedging-Griffo, a RB Capital e a Brazilian Finance & Real State possuem uma boa reputação nessa área.

2 – Prefira fundos imobiliários com quotas negociadas na Bovespa. Apenas 42% dos fundos imobiliários constituídos no país possuem essa característica. O ganho do investidor é duplo. Em primeiro lugar, é mais fácil vender as quotas do fundo e recuperar o dinheiro investido. Além disso, os ganhos da pessoa física com os aluguéis ficam isentos de Imposto de Renda desde que respeitadas mais duas condições. O fundo precisa ter ao menos 50 quotistas e nenhum deles pode ter mais de 10% do patrimônio. São tributados com uma alíquota de 20% de IR apenas os ganhos de capital obtidos com a venda de cotas em bolsa. Mesmo assim, a vantagem tributária do fundo imobiliário é enorme. O aluguel de um imóvel é tributado com a tabela progressiva do IR, que inclui alíquotas de 7,5% a 27,5% para valores acima de 1.499,15 reais mensais. Leia o resto deste post »

Onde investe um dos maiores fundos imobiliários do país

Oi pessoal, pra quem interessa em investimento em imóveis e fundos imobiliários, vai uma reportagem interessante do Portal Exame, com um dos sócios da Prosperitas.

Com os preços em alta, a Prosperitas prefere construir seus imóveis e evita torres de escritórios e residências do Minha Casa, Minha Vida

Com cerca de 3 bilhões de reais sob gestão e 1,1 milhão de metros quadrados em áreas imobiliárias para locação, a Prosperitas é um dos maiores fundos de investimento em imóveis do Brasil. O primeiro fundo da empresa foi lançado em 2003 e, desde então, deu um retorno de cerca de 25% ao ano. Resultados como esse, bem superiores à média do segmento imobiliário, fizeram com que a empresa passasse a ser procurada por investidores estrangeiros. Neste mês, a Prosperitas lançou oficialmente seu terceiro fundo, que captou 1 bilhão de reais.

Luciano Lewandowski, sócio da Prosperitas, diz que a estratégia para montar um portfólio de investimentos em um momento de boom imobiliário e preços salgados é construir ela mesma os imóveis que farão parte do fundo.É difícil investir nos imóveis já construídos porque o dono do terreno já ganhou muito, o construtor já ganhou muito e o incorporador quer ganhar muito. O que a gente sempre se pergunta é se ainda haveria espaço para o investidor ganhar muito. Na maioria dos casos, nós achamos bem arriscado.” Para quem também acha que os preços estão na estratosfera, fica a dica de sondar a viabilidade de construção de um imóvel em determinada região.

Lewandowski também acha que o momento é ruim para investir em torres de escritórios no Rio de Janeiro e em São Paulo e que o programa Minha Casa, Minha Vida entregará muito menos do que promete. A Prosperitas planeja direcionar até 90% dos recursos do novo fundo para loteamentos para a construção de casas, shopping centers principalmente no Norte e no Nordeste e centros de distribuição e galpões industriais. Na entrevista abaixo, ele explica as estratégias:

O mercado imobiliário brasileiro passou por um boom nos últimos anos. Como as pessoas físicas podem tentar lucrar com imóveis?

Luciano Lewandowski - Culturalmente o brasileiro tende a investir em renda fixa por causa dos juros altos. Mesmo no mercado imobiliário, o investidor prefere imóveis reais. A própria Prosperitas não investe em papéis imobiliários lastreados em receitas de aluguéis ou que possam se valorizar com o bom momento do mercado imobiliário. Mas acho que, para as pessoas físicas, aplicar em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) e fundos imobiliários pode ser bem interessante. Eu mesmo, como pessoa física, já ganhei algum dinheiro com CRIs. O segredo é selecionar muito bem os projetos ou os gestores. Tem pouca gente que sabe trabalhar com fundos imobiliários no Brasil. Eu gosto da Brazilian Finance & Real State e do Credit Suisse Hedging-Griffo. Acho que eles têm um histórico bom de projetos e sabem ganhar dinheiro com isso. O problema é que, com o crescimento desse mercado, vão aparecer muitos gestores de fundos imobiliários com pouca experiência. A pessoa física também deve pensar que não é tão fácil vender seus papéis imobiliários quanto sair de um investimento em títulos públicos e vender ações. Mesmo os fundos imobiliários com quotas negociadas em bolsa só são uma boa opção hoje para quem deseja comprar volumes pequenos de quotas. Ninguém consegue vender uma posição de 50 milhões de reais em um fundo imobiliário rapidamente. Mas os fundos também têm características interessantes. A possibilidade de retorno mais alto que a renda fixa e a isenção de IR para pessoas físicas são algumas delas. Leia o resto deste post »

Pequenas empresas podem entregar grandes lucros

Oi amigos, tudo bem?

Essa é uma reportagem muito interessante sobre investimento em ações de empresas menores e menos conhecidas, mas com potencial muito grande de valorização, eu particularmente gosto muito desse tipo de empresa.

Matéria retirada do site Portal Exame.

Conheça a dinâmica das small caps, as ações ideais para quem tem tempo para acompanhar uma companhia e estômago para correr riscos

O investimento em ações de empresas com baixo valor de mercado (“small caps”, no jargão de mercado) é mais ou menos como o garimpo. Da mesma forma que alguém pode passar dias ou meses cavando uma jazida estéril, também existe a chance de topar com um diamante bruto. Os riscos, portanto, são enormes. Para não perder dinheiro, o investidor primeiro precisará entender a dinâmica da empresa para então aprender a diferenciar uma pedra preciosa do cascalho. A busca se dará em um ambiente ermo. A imprensa o manterá informado sobre a Vale, a Petrobras e mais duas dezenas de companhias abertas, mas não poderá ajudar muito com as small caps. Tampouco conte com sua corretora para lhe indicar o mapa da mina. A maior parte dessas instituições possui uma equipe enxuta de analistas que cobre principalmente as ações mais negociadas da bolsa.Caso queira saber o que se passa no subterrâneo de uma pequena companhia, muitas vezes será necessário ir a campo, entrevistar executivos e especialistas, gastar a lâmina da picareta e cavar informações bem lá no fundo. Se o trabalho de exploração for bem feito, as chances de encontrar uma pepita valiosa crescem exponencialmente. Boa parte dos investidores não tem tempo nem interesse em acompanhar as small caps e é natural que haja riquezas escondidas onde ninguém procurou. Mas não espere encontrar uma fortuna a cada esquina. Em geral, com alguma sorte e muita competência, será possível identificar uma pedra bruta que, depois de lapidada, verá seu valor disparar.

Em 2009, quem garimpou as melhores small caps terminou o ano com os bolsos cheios. Os papéis de pequenas empresas foram as vedetes do mercado de ações no Brasil. Enquanto o Ibovespa, que lista as companhias mais líquidas e representativas da bolsa, subiu 82%, a valorização do Índice Small Cap (SMLL) chegou a 137%. Considerando a rentabilidade acumulada nos últimos 12 meses, o desempenho do Índice Small Cap permanece na dianteira com um crescimento de 54%, três vezes superior ao do mais tradicional indicador brasileiro. Leia o resto deste post »

As ações mais negociadas da Bovespa

Oi amigos, tudo bem?

Aqui vai uma reportagem interessante  do site Portal Exame, falando sobre a importância da liquidez no mercado de ações.

Vale desbanca Petrobras como a ação mais líquida; saiba por que a maioria dos investidores gosta dos papéis muito negociados

Embora não seja primordial para ganhar dinheiro, a liquidez das ações está tradicionalmente no topo das preocupações dos investidores. Por liquidez entende-se a facilidade ou dificuldade com que um papel pode ser convertido em dinheiro. As ações que podem ser compradas ou vendidas mais facilmente são conhecidas como “blue chips”. A designação vem dos cassinos americanos – no pôquer, as fichas azuis são as mais valiosas. No mercado, a popularidade destes papéis deriva do fato de serem emitidos por grandes empresas. Transacionadas com frequência, essas ações são responsáveis pela maior parte dos negócios fechados na bolsa, tanto em quantidade de operações quanto em volume movimentado.

O mercado é volátil e qualquer notícia desfavorável pode levar à venda de um papel. Quanto mais líquido ele for, mais simples será o processo. Os compradores são abundantes e as pontas se acham rapidamente”, explica Pedro Galdi, analista-chefe da corretora SLW. No Brasil, a concentração da liquidez é patente: das 467 empresas da Bolsa, apenas 60 integram o Ibovespa, índice que compila os papéis que respondem por 80% das transações financeiras realizadas. Não por acaso, essas companhias entram na mira – e também na carteira – da maior parte dos investidores. “Essa é uma característica de mercados com grau de maturidade relativamente baixo. Nos Estados Unidos, por exemplo, você tem uma quantidade bem maior de papéis e pessoas na bolsa, o que acaba diluindo a liquidez das companhias”, afirma Osmar Sanches, analista setorial da consultoria Lafis.

Se são poucas as eleitas pela maioria dos brasileiros, quem finca posição no lugar mais alto do pódio é a ação preferencial da Vale (VALE5). O papel desbancou neste ano a ação preferencial da Petrobras (PETR4), que, no entanto, ainda é a que tem maior peso no Ibovespa. A carteira do índice, hoje composta por 66 ações, é modificada oficialmente a cada quatro meses. Na última divulgação em maio, o papel da empresa de petróleo permanecia na liderança, posição conquistada em janeiro de 2006 e mantida desde então. De lá para cá, a Vale ultrapassou a Petrobras em volume negociado e ameaça ocupar o primeiro lugar já a partir da próxima reformulação do Ibovespa. Leia o resto deste post »

Seu dinheiro pode virar semente

Oi amigos, tudo bem?

Aqui vai um artigo interessante sobre investir em empresas que nem existem ainda. Pode ser muito lucrativo, apesar de ter um risco considerável e ser pra poucos investidores. Retirado do site da Istoé Dinheiro.

Você já pode investir em negócios que ainda nem saíram do papel, mas têm alto potencial de retorno. Saiba como fazer e os riscos envolvidos

Qual a sua disponibilidade para aplicar parte de seus recursos em uma empresa que ainda nem saiu do papel? Antes direcionados para investidores institucionais, as pessoas físicas já têm a opção de participar de fundos de capital semente, especializados em novos e promissores negócios.

O retorno líquido médio para quem topa investir no início da operação de uma companhia tem ficado em torno de 30% além da inflação, segundo os gestores desse mercado. Um bom negócio hoje em dia. Mas, para colher esse doce fruto, é preciso plantar com cuidado e ter paciência para esperar a época da colheita. E os riscos de tempestades e terras arrasadas no meio do caminho são grandes.

Segundo a Comissão de Valores Mobiliários, há dez Fundos de Investimento em Participações (FIPs) registrados. Oito deles estão em operação. A Performa Investimentos, de São Paulo, oferece a possibilidade de aplicação a partir de R$ 20 mil. A Antera Gestão de Recursos, do Rio de Janeiro, quer investidores a partir de R$ 400 mil, bem como a Confrapar, de Minas Gerais. Para entrar, é preciso ser considerado investidor qualificado, ou seja, ter aplicações financeiras de pelo menos R$ 300 mil. A principal característica desses fundos é colocar uma empresa, literalmente, de pé. Leia o resto deste post »

Fundos cambiais só devem ser utilizados como proteção

Oi amigos, tudo bem? Minha vida anda uma correria louca e tô com pouco tempo pra atualizar o blog. Peço desculpas pela demora em colocar novos posts.

Esse é um post muito interessante falando sobre fundos cambiais, já que muita gente pensa em aplicar em moeda estrangeira em tempos de instablidade econômica. Matéria retirada do Portal Exame.

Especialistas indicam investimento nesses fundos apenas para quem terá de realizar pagamentos em moeda estrangeira no futuro

Nem todos os fundos de investimento têm como objetivo principal a multiplicação do patrimônio. Muitas vezes o investidor pode simplesmente procurar um fundo para se resguardar de possíveis variações de mercado que lhe possam ser desvantajosas. É o que se chama de proteção ou hedge. Um dos principais exemplos desse tipo de fundo é o cambial, que acompanha não um indicador de mercado, mas a flutuação de uma moeda estrangeira.

É um fundo para quem quer proteger o dinheiro contra a oscilação cambial“, define Renato Ramos, diretor de renda fixa do HSBC. Ou seja, destinam-se, basicamente, a pessoas ou empresas que tenham dívidas em moeda estrangeira – ou qualquer outro tipo de obrigação de longo prazo no exterior – ou a quem tem planos futuros em outros países. Por exemplo, empresas importadoras, pessoas que mandam dinheiro para a família no exterior, estudantes ou profissionais que pretendem fazer um curso em outro país. “Como é um fundo para hedge, se for usado como tal, o risco não é alto”, diz Ramos.

É importante ficar atento a esse perfil específico de investidor. Isso porque, em um cenário de desvalorização ou grande oscilação da moeda que o referencia, esse fundo não é vantajoso para quem quer ter rentabilidade. Apenas investidores qualificados, com grande conhecimento do mercado, conseguem, eventualmente, ter bons rendimentos com apostas na oscilação de moedas, uma operação bastante arriscada. “O investidor não pode esquecer que pôs o dinheiro nesse fundo para protegê-lo, e não para multiplicá-lo“, diz Rafael Paschoarelli Veiga, professor de finanças da USP e criador do site ComDinheiro.com. Leia o resto deste post »

Fundos de ações são opção para investidor com sangue frio

Oi amigos, tudo bem?

Essa é uma matéria muito interessante do Portal Exame, sobre fundos de ações, uma opção muito interessante para investidores agressivos.

Estudo mostra que a bolsa dá o melhor retorno no longo prazo, mas investidor precisa ter estômago para suportar a alta volatilidade e tempo para recuperar eventuais perdas

O investimento em ações costuma mexer com a mente dos que sonham com o enriquecimento súbito. Histórias de investidores que se tornaram milionários aproveitando bons momentos nas bolsas pautam blogs na internet, ocupam as prateleiras das livrarias e enchem de alunos as salas onde são ministrados cursos sobre o mercado acionário. Contudo, ganhar com as oscilações da bolsa requer um conhecimento que não surge da noite para o dia. Para os iniciantes, entregar o dinheiro a um profissional com tempo para acompanhar o noticiário econômico e experiência para avaliar o impacto dos fatos sobre as cotações parece o caminho mais sábio a seguir. E a forma mais fácil de fazer isso é investir seu dinheiro em um fundo de ações.

Ainda que essa seja uma boa alternativa para o investidor pouco experiente, delegar a administração a um gestor não livra a aplicação dos riscos associados à renda variável. Os fundos de ações investem no mínimo 67% do seu capital em papéis negociados na bolsa, o que significa que pelo menos dois terços do patrimônio ficam sujeitos às oscilações do mercado. Portanto, especialistas desaconselham investimentos de curto prazo em bolsa, mesmo por meio de fundos. Leia o resto deste post »

Dez cuidados ao investir em fundos

Oi amigos, tudo bem?

Vou falar hoje sobre fundos de investimentos, sabemos que milhões de brasileiros utilizam esse tipo de investimento para poder investir seus recursos. Aqui vai uma matéria muito legal do Portal EXAME.

Simplesmente perguntar ao gerente do banco em que produto investir pode ser um grande erro; veja o que dizem os especialistas

Entrar em uma agência bancária sem se informar previamente e pedir ao gerente ajuda para escolher um fundo pode ser a maneira mais fácil de investir seu dinheiro. Será preciso muita sorte, no entanto, para que esse caminho leve a uma rentabilidade espetacular. Abaixo especialistas em finanças pessoais explicam quais são os dez cuidados necessários para contratar um fundo rentável e adequado a seu perfil:

1 – Rentabilidade passada não garante rentabilidade futura: Quando precisam decidir onde vão investir dinheiro, em geral as pessoas pedem conselhos ao gerente do banco. Normalmente a pergunta apresentada é quanto “está rendendo” determinado fundo – e não quanto ele rendeu no passado. O gerente então saca o folheto que mostra a rentabilidade dos produtos no último mês ou no último ano e a pessoa imediatamente escolhe o que deu melhor retorno.

Quem entende de investimentos pessoais, no entanto, alerta que essa é a forma incorreta de escolher fundos. “Muitos produtos de investimento dizem em seus prospectos que a rentabilidade passada não garante lucros no futuro, mas as pessoas insistem em ignorar esse fato“, diz Mauro Calil, especialista em finanças pessoais. A melhor forma de escolher um investimento é ler bastante e pedir conselhos a várias pessoas com experiência no assunto, ensina Gustavo Cerbasi, o especialista em finanças pessoais que mais vende livros no Brasil. O fato de diversos analistas indicarem determinado investimento não é garantia de que ele vai mesmo apresentar o melhor retorno no futuro. No entanto, Cerbasi diz que as pessoas bem-informadas têm mais chances de evitar erros e aproveitar as boas oportunidades.

2 – Faça o teste do perfil do investidor: Descobrir se você é conservador, moderado ou agressivo é muito importante, segundo o professor Márcio Rodrigues, da investeducar. Uma pessoa que vai perder noites de sono se o patrimônio de seu fundo de ações encolher no curto prazo deve se manter longe da bolsa e concentrar sua carteira em ativos de baixo risco. Já aqueles que têm sangue frio podem aplicar uma parcela maior do patrimônio em investimentos de alta volatilidade.

Os bancos também disponibilizam esse tipo de ferramenta em seus sites. No entanto, quando todas as perguntas são respondidas, os testes dos bancos já sugerem uma carteira detalhada de investimentos aos clientes – o que é visto com alguma desconfiança no mercado. “Eu não conheço ninguém que segue à risca o que é recomendado nesses testes. As pessoas não se enxergam como carteiras de investimentos”, diz o professor William Eid Junior, do Centro de Estudos em Finanças da FGV. Ele recomenda que as pessoas façam um planejamento financeiro mais bem-elaborado e peçam conselhos a especialistas antes de definir como será montada sua carteira.

“Algumas perguntas básicas a serem respondidas é qual é o tranco que o investidor aguenta, quanto tempo o dinheiro poderá ficar investido e qual é o objetivo do investimento“, diz Ricardo Nardini, responsável pelo site “Como Investir”, da Anbima, a entidade que representa os bancos de investimento. Alguém que está poupando para fazer uma viagem nas próximas férias ou para comprar um apartamento daqui a três meses precisa optar pelo investimento de curto prazo mais vantajoso. Já alguém bem jovem que começa a poupar dinheiro para sua aposentadoria pode aceitar um pouco de risco no mercado de ações porque haverá tempo para recuperar eventuais perdas. Leia o resto deste post »

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