Cinco mitos do mercado de ações

Oi amigos, tudo bem? Aqui vai uma excelente reportagem do Portal exame sobre alguns mitos muito comuns sobre investimento na bolsa de valores. Espero que gostem. Um grande abraço!!

Saiba quais são as ideias erradas mais comuns que envolvem a aplicação na bolsa

Palco de histórias espetaculares, a bolsa é comumente envolta por uma atmosfera mítica. O número de pessoas que perdeu dinheiro e nunca mais voltou para o mercado é grande, mas são as histórias daqueles que ficaram milionários que mais reverberam. “No Brasil, a renda fixa é a aplicação preponderante na carteira, mas a bolsa é de longe a predileta. As pessoas têm muito prazer em falar de ações”, afirma Rogério Bastos, sócio diretor da FinPlan. Nada mais natural para um tipo de investimento que caminha entre extremos, se equilibrando entre o indubitável enriquecimento e a iminente bancarrota. De um ponto a outro, conheça cinco mitos que rondam esse tipo de aplicação e saiba por que eles não devem nortear a escolha dos seus papéis.

1. Mercado de ações é como o cassino

Se para muita gente aplicar na bolsa se equipara a embarcar em um jogo de azar, a renda variável parece um caminho nebuloso e fadado ao fracasso. Mas ao contrário da completa aleatoriedade que envolve a aposta em uma roleta de cassino, investir em ações pressupõe a crença no crescimento das empresas. Frequentemente as pessoas associam os papéis às operações de compra e venda e se esquecem que eles também representam uma porção dessas companhias, instituições que geram renda, emprego e são estimuladas pela concorrência no seu mercado de atuação. Os lucros, portanto, derivam da performance e gestão apresentadas ao longo do tempo.

Nos cassinos, o valor embolsado pelos vencedores é fruto de uma mera distribuição de valores. Não há geração de riqueza, de modo que o dinheiro passa de mão em mão e engorda a carteira de alguns poucos sortudos – quando não entra apenas no caixa dos estabelecimentos. Embora a bolsa não seja estritamente regida pela racionalidade, é certo que a variação dos papéis relaciona-se com os rumo(re)s da economia e com os fundamentos econômicos das empresas. Em ambos os casos, quando os alicerces vão bem, o lucro é repartido entre todos os acionistas, seja pela forma de dividendos ou pela cobiçada apreciação das ações. Leia o resto deste post »

Confira como ter sucesso ao investir em imóveis na planta

Oi amigos, tudo bem?

Aqui vai uma matéria bem interessante retirada do site Infomoney, com algumas dicas bem interessantes de investimentos em imóveis na planta.

O aquecimento do mercado imobiliário, a alta oferta de crédito e os resultados não tão animadores de outras modalidades de investimento têm feito com que muitos brasileiros apostem na compra de um imóvel na planta como forma de aplicar seu dinheiro.

Esta era a  aposta de pessoas que já atuavam no mercado e tinham familiaridade com o assunto. Porém, tem atraído um público diferente, desde quem está começando agora a aplicar o dinheiro, como jovens bem-sucedidos na carreira, até quem está querendo diversificar os investimentos, como os aplicadores de bolsa que não estão tão felizes com os resultados de suas ações.

Porém, investir em imóvel na planta não é para qualquer um, já que o valor inicial ou a entrada pode ser alto. Então, alguns não conseguem ter acesso a este mercado. “É indicado para quem tem um dinheiro guardado já. Você não encontra em São Paulo um apartamento por menos de R$ 150 mil”, afirmou o sócio diretor da Vitacon Participações, Alexandre Lafer Frankel, que indica o investimento para diversificação. “Todo mundo deveria ter pelo menos 30% em imóveis, porque traz segurança”.

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Os nove jeitos mais comuns de ir à falência

Oi amigos, tudo bem?

Essa é uma matéria interessante sobre alguns erros que as pessoas cometem que podem destruir a saúde financeira. Retirada do site Portal Exame.

Mesmo alguém que não gasta mais do que ganha pode perder todo o dinheiro acumulado durante a vida; veja como

Gastar mais do que ganha é o motivo número 1 a levar as pessoas à ruína financeira. Quem faz isso por períodos prolongados de tempo algum dia ficará sem dinheiro – e a regra vale tanto para quem ganha um salário mínimo quanto para quem fatura milhões. Mas a verdade que há muitos outros jeitos de quebrar. Veja abaixo uma lista elaborada pelo site Investopedia.com com as nove formas mais comuns de ir à falência:

1 – Ter diversos cartões de crédito: Uma das principais causas de endividamento excessivo dos consumidores é o abuso com o cartão. As vantagens de ter um plástico na carteira são imensas. Prazos de até 40 dias para pagar as contas, possibilidade de parcelar compras sem juros e facilidades para a compra de ingressos estão entre as principais. É justamente com o objetivo de obter descontos e facilidades exclusivas para portadores que muita gente decide contratar diversos cartões. Esse, no entanto, é um atalho para a falência. Ter diversos cartões pode levá-lo a comprar bens e contratar serviços que não estariam a sua disposição caso você tivesse apenas um cartão. Além disso, ao contratar diversos cartões, você passará a receber várias faturas diferentes. Dessa forma, será muito mais fácil perder o controle do volume total de gastos

2 – Pagar dívidas com o cartão de crédito: Muita gente que se endivida demais em breve se vê obrigado a usar o crédito rotativo do cartão ou o limite do cheque especial para não ficar inadimplente. Essa é, no entanto, a pior decisão que uma pessoa pode tomar. Se uma dívida se tornou impagável, muito provavelmente não serão essas duas linhas de crédito que vão tirar o devedor do sufoco, Principalmente considerando que ambas cobram juros próximos a 10% ao mês. Então só troque uma dívida por outra caso a nova taxa seja inferior à atual. Leia o resto deste post »

Especular, fazer hedge ou arbitrar: quando escolher cada uma das estratégias?

Oi amigos, tudo bem?
Aqui vai uma reportagem muito interessante sobre derivativos retirada do site Infomoney.

O mercado de derivativos assusta, em um primeiro momento, pelo nome complicado e pela percepção de que envolve operações com risco mais elevado. Desmistificar o nome é fácil: um ativo ou instrumento financeiro cujo preço deriva do valor de mercado desse mesmo ativo ou instrumento. Assim, um contrato de dólar futuro, por exemplo, deriva seu preço do dólar à vista.

Em relação ao risco, este realmente está presente, mas não necessariamente em todos os tipos de operações. Os derivativos também contam com estratégias que, pelo contrário, eliminam ou diminuem o risco da carteira, como hedge, ou cujo objetivo é arbitrar preços, operação esta que, além de fornecer lucro, não apresenta perigo.

Por isso, é importante entender quais características definem cada perfil de investidor – hedger, arbitrador, especulador – que atua neste mercado para escolher a estratégia a seguir. E, em primeiro lugar, é necessário definir os objetivos. Leia o resto deste post »

Pequenas empresas podem entregar grandes lucros

Oi amigos, tudo bem?

Essa é uma reportagem muito interessante sobre investimento em ações de empresas menores e menos conhecidas, mas com potencial muito grande de valorização, eu particularmente gosto muito desse tipo de empresa.

Matéria retirada do site Portal Exame.

Conheça a dinâmica das small caps, as ações ideais para quem tem tempo para acompanhar uma companhia e estômago para correr riscos

O investimento em ações de empresas com baixo valor de mercado (“small caps”, no jargão de mercado) é mais ou menos como o garimpo. Da mesma forma que alguém pode passar dias ou meses cavando uma jazida estéril, também existe a chance de topar com um diamante bruto. Os riscos, portanto, são enormes. Para não perder dinheiro, o investidor primeiro precisará entender a dinâmica da empresa para então aprender a diferenciar uma pedra preciosa do cascalho. A busca se dará em um ambiente ermo. A imprensa o manterá informado sobre a Vale, a Petrobras e mais duas dezenas de companhias abertas, mas não poderá ajudar muito com as small caps. Tampouco conte com sua corretora para lhe indicar o mapa da mina. A maior parte dessas instituições possui uma equipe enxuta de analistas que cobre principalmente as ações mais negociadas da bolsa.Caso queira saber o que se passa no subterrâneo de uma pequena companhia, muitas vezes será necessário ir a campo, entrevistar executivos e especialistas, gastar a lâmina da picareta e cavar informações bem lá no fundo. Se o trabalho de exploração for bem feito, as chances de encontrar uma pepita valiosa crescem exponencialmente. Boa parte dos investidores não tem tempo nem interesse em acompanhar as small caps e é natural que haja riquezas escondidas onde ninguém procurou. Mas não espere encontrar uma fortuna a cada esquina. Em geral, com alguma sorte e muita competência, será possível identificar uma pedra bruta que, depois de lapidada, verá seu valor disparar.

Em 2009, quem garimpou as melhores small caps terminou o ano com os bolsos cheios. Os papéis de pequenas empresas foram as vedetes do mercado de ações no Brasil. Enquanto o Ibovespa, que lista as companhias mais líquidas e representativas da bolsa, subiu 82%, a valorização do Índice Small Cap (SMLL) chegou a 137%. Considerando a rentabilidade acumulada nos últimos 12 meses, o desempenho do Índice Small Cap permanece na dianteira com um crescimento de 54%, três vezes superior ao do mais tradicional indicador brasileiro. Leia o resto deste post »

Ações para investidores cautelosos

Oi amigos, tudo bem?

Essa é uma matéria muito interessante do Portal Exame, falando sobre investimento em ações de empresas que são boas pagadoras de dividendos, uma opção muito interessante pra se investir em renda variável.

Saiba quais são as ações que pagam mais dividendos e quando vale a pena investir nelas

Entrar na bolsa é, para muita gente, uma tentativa de antecipar a variação do valor das ações. Por essa lógica, o esperado aumento do patrimônio só acontecerá se o investidor conseguir comprar os papéis por um preço e depois revendê-los por mais. Um número bem menor de investidores leva em consideração a fatia que as empresas destinam aos acionistas a título de dividendos e juros sobre o capital próprio na hora de decidir que papéis comprar. Mas isso pode ser um erro. Além de funcionar como um colchão para momentos de crise, a parcela dos lucros distribuída pelas empresas a seus acionistas pode garantir um retorno mais polpudo quando reinvestida na compra de novas ações.

Estudo da Standard & Poor’s aponta que um dólar aplicado em 1930 nas ações do S&P 500, índice que lista as 500 empresas mais importantes dos Estados Unidos, teria rendido 49 dólares até o fim de 2009. Caso o lucro recebido pelos papéis fosse sistematicamente reaplicado na compra de mais ações destas mesmas empresas, o investimento geraria 1.259 dólares. A diferença gritante entre os ganhos é o lado mais prático de uma cultura já arraigada entre os norte-americanos: de Warren Buffet às Beardstown Ladies (grupo de senhoras que montaram um clube de investimentos em Illinois e ganharam notoriedade nos anos 90), a busca por empresas que tradicionalmente pagam bons dividendos tem se mostrado uma estratégia vencedora para investimentos de longo prazo. Leia o resto deste post »

As ações mais negociadas da Bovespa

Oi amigos, tudo bem?

Aqui vai uma reportagem interessante  do site Portal Exame, falando sobre a importância da liquidez no mercado de ações.

Vale desbanca Petrobras como a ação mais líquida; saiba por que a maioria dos investidores gosta dos papéis muito negociados

Embora não seja primordial para ganhar dinheiro, a liquidez das ações está tradicionalmente no topo das preocupações dos investidores. Por liquidez entende-se a facilidade ou dificuldade com que um papel pode ser convertido em dinheiro. As ações que podem ser compradas ou vendidas mais facilmente são conhecidas como “blue chips”. A designação vem dos cassinos americanos – no pôquer, as fichas azuis são as mais valiosas. No mercado, a popularidade destes papéis deriva do fato de serem emitidos por grandes empresas. Transacionadas com frequência, essas ações são responsáveis pela maior parte dos negócios fechados na bolsa, tanto em quantidade de operações quanto em volume movimentado.

O mercado é volátil e qualquer notícia desfavorável pode levar à venda de um papel. Quanto mais líquido ele for, mais simples será o processo. Os compradores são abundantes e as pontas se acham rapidamente”, explica Pedro Galdi, analista-chefe da corretora SLW. No Brasil, a concentração da liquidez é patente: das 467 empresas da Bolsa, apenas 60 integram o Ibovespa, índice que compila os papéis que respondem por 80% das transações financeiras realizadas. Não por acaso, essas companhias entram na mira – e também na carteira – da maior parte dos investidores. “Essa é uma característica de mercados com grau de maturidade relativamente baixo. Nos Estados Unidos, por exemplo, você tem uma quantidade bem maior de papéis e pessoas na bolsa, o que acaba diluindo a liquidez das companhias”, afirma Osmar Sanches, analista setorial da consultoria Lafis.

Se são poucas as eleitas pela maioria dos brasileiros, quem finca posição no lugar mais alto do pódio é a ação preferencial da Vale (VALE5). O papel desbancou neste ano a ação preferencial da Petrobras (PETR4), que, no entanto, ainda é a que tem maior peso no Ibovespa. A carteira do índice, hoje composta por 66 ações, é modificada oficialmente a cada quatro meses. Na última divulgação em maio, o papel da empresa de petróleo permanecia na liderança, posição conquistada em janeiro de 2006 e mantida desde então. De lá para cá, a Vale ultrapassou a Petrobras em volume negociado e ameaça ocupar o primeiro lugar já a partir da próxima reformulação do Ibovespa. Leia o resto deste post »

Sete lições da Copa do Mundo para quem investe em ações

Oi amigos, tudo bem?

Aqui vai uma reportagem interessante sobre investimentos em renda variável, fazendo algumas comparações com a Copa do Mundo, retirada do Portal Exame.

Colunista do “Wall Street Journal” ensina como o futebol pode ajudá-lo e evitar erros no mercado de ações

Nas últimas semanas, todos os olhos estiveram voltados para a África do Sul. Assistir aos jogos de uma Copa do Mundo pode ser uma boa oportunidade para aprender dribles ou jogadas que poderão ser aplicados na próxima pelada. Segundo Brett Arends, colunista do “Wall Street Journal”, o Mundial da Fifa também lhe dá a chance de aprender a investir melhor em ações. Abaixo Arends aponta as lições do futebol para quem prefere jogar no mercado financeiro:

1 – Não se surpreenda com qualquer coisa: Quem diria que os dois finalistas da Copa de 2006 – a França e a Itália – seriam eliminados na primeira fase do Mundial? Quem apostaria que a Suíça iria ganhar da Espanha? Pois é, surpresas acontecem o tempo inteiro no futebol e no mercado de ações. Esse tipo de evento foi denominado pelo ex-operador de bolsa Nassim Nicholas Taleb de “cisne negro” porque, até ser avistado o primeiro, todo mundo achava que todos os cisnes eram brancos. Da mesma forma, há alguns meses ninguém ousaria pensar que o Lehman Brothers quebraria ou que a General Motors quase iria à falência. O escritor inglês P.G. Wodehouse costumava dizer que não podemos “confundir o incomum com o impossível”. A única coisa que ainda surpreende é justamente o fato das pessoas se surpreenderem.

2 – Jogue na defensiva: Existe uma frase no futebol que “você só precisa de um segundo para marcar um gol”. Mas como o goleiro da Inglaterra Robert Green demonstrou durante a partida contra os Estados Unidos, a realidade é que você precisa de apenas um segundo para dar um gol de graça ao adversário. Muitos investidores sabem bem como isso funciona. Não adianta nada ganhar dinheiro com diversas operações no mercado financeiro e apenas um pequeno deslize pode anular todos os ganhos anteriores. Lógico que tanto no mercado financeiro como no futebol, jogar no ataque é muito mais excitante. Mas lembre-se que, se uma ação cair 50%, terá de subir 100% para que você recupere todo seu dinheiro. Leia o resto deste post »

Investimentos: sem estratégia não há ganhos, nem no longo prazo

Oi amigos, tudo bem?

Aqui vai um artigo muito bom, escrito por um dos sócios da M2 investimentos. Sobre a importância de uma boa estratégia para os investimentos.

Quem investiu no Ibovespa em 1995 tem hoje menos do que se tivesse aplicado 100% no CDI. Entre 1999 e 2009, quem investiu no S&P 500 perdeu cerca de 1/4 do seu patrimônio. Esses exemplos deixam clara a falácia do argumento de que ações são sempre um bom investimento no longo prazo.

O investidor deve então desistir de renda variável (RV) e aplicar somente em renda fixa (RF)? Também não parece ser a alternativa correta. Em certos períodos, o investimento em ações se mostrou muito vantajoso. Entre 2002 e 2008, por exemplo, o Ibovespa se valorizou em mais de 500%!

O fato é que para decidir sobre a melhor alocação dos seus recursos os investidores precisarão se aprofundar, seja por conta própria, seja com o auxílio de profissionais. Os novos tempos exigirão esse comprometimento do investidor para que o capital tenha uma boa rentabilidade no longo prazo.

Na tentativa de simplificar esse processo foram criadas algumas fórmulas supostamente infalíveis. Tem sido divulgada, por exemplo, uma “equação” relacionando a idade do investidor com a porcentagem que ele deveria alocar em ações. A “equação” deveria ser aplicada da seguinte forma: se o investidor tiver 20 anos ele deve subtrair a sua idade de 100 chegando ao resultado (no caso, 80). Assim, deve investir 80% do seu patrimônio em RV e os demais 20% em RF. Se tiver 40 anos, deve alocar 60% em RV e os demais 40% em RF – e assim por diante. Apesar de sugerida por inúmeros “experts”, essa suposta fórmula não tem sentido algum! Leia o resto deste post »

O imóvel certo de acordo com seu perfil

Oi amigos, tudo bem?

Essa é uma reportagem interessante do Portal Exame com boas dicas pra ajudar na compra de um imóvel. Sei que muitos leitores gostam de investir em imóveis.

Saiba que tipo de casa ou apartamento é melhor para solteiros, casais com filhos de várias idades e idosos.

Apesar de ser o negócio mais importante da vida de boa parte dos brasileiros, muita gente ainda compra imóvel por impulso. Nos feirões promovidos pela Caixa Econômica Federal, é comum que alguém feche o financiamento de um imóvel pronto sem ao menos visitá-lo. A pessoa fica tão encantada ao descobrir que é possível comprar uma casa com zero de entrada e com uma prestação que cabe no seu bolso que simplesmente se esquece de tomar as precauções necessárias. Autor do livro “Imóveis: Seu Guia para Fazer da Compra e Venda um Grande Negócio”, o vice-presidente do Instituto Brasileiros dos Executivos de Finanças (Ibef), Luiz Calado, alerta que tomar um empréstimo com condições confortáveis de pagamento é apenas o primeiro passo para a aquisição da casa própria. É necessário avaliar a documentação do imóvel, as condições de segurança, a qualidade de vida oferecida pelo bairro e o potencial de valorização. Mais importante do que tudo isso, no entanto, é pensar qual é o imóvel certo para atender as necessidades de cada perfil de comprador. Abaixo Luiz Calado ensina oito tipos de compradores a não errar na hora da aquisição:

1 – Alguém solteiro deve comprar um imóvel com facilidade de serviços. É provável que você não queira gastar seu tempo livre levando roupas para lavar ou limpando o banheiro. Caso esteja à procura de um apartamento pequeno, certifique-se que há uma lavanderia comum. Em alguns condomínios, há um funcionário responsável por lavar, secar, passar e entregar as roupas de cada morador. Dividido por todos os condôminos, o custo desse serviço acaba sendo irrisório. Ter um serviço centralizado de limpeza – como no caso de flats – também pode ser uma boa opção para diluir despesas. Ainda no caso de apartamentos pequenos, um salão de festas amplo pode ser uma forma inteligente de receber amigos. Um serviço de portaria 24 horas é interessante para quem nunca estará em casa para receber cartas e encomendas. Outro serviço bastante valorizado por solteiros é uma ampla rede de restaurantes com delivery nas vizinhanças. Mulheres solteiras costumam pensar muito em segurança. Em grandes cidades como São Paulo, apartamentos costumam ser mais seguros do que casas. Se ainda assim você preferir uma casa, procure instalar portão automático e equipamentos de segurança.

2 – Caso sua família consista em um casal que planeja ter mais filhos num futuro próximo, antecipe-se e compre um imóvel com um dormitório a mais. Pesquisas mostram que, na média, um brasileiro compra menos de dois imóveis durante toda a sua vida. Parte desse enraizamento deve-se aos custos financeiros de trocar de imóvel. Impostos, taxas cobras pela imobiliária e a escritura costumam representar cerca de 8% do preço de uma casa ou apartamento. Então vale a pena comprar um imóvel que vai atender suas necessidades no futuro previsível. Leia o resto deste post »

Seu dinheiro pode virar semente

Oi amigos, tudo bem?

Aqui vai um artigo interessante sobre investir em empresas que nem existem ainda. Pode ser muito lucrativo, apesar de ter um risco considerável e ser pra poucos investidores. Retirado do site da Istoé Dinheiro.

Você já pode investir em negócios que ainda nem saíram do papel, mas têm alto potencial de retorno. Saiba como fazer e os riscos envolvidos

Qual a sua disponibilidade para aplicar parte de seus recursos em uma empresa que ainda nem saiu do papel? Antes direcionados para investidores institucionais, as pessoas físicas já têm a opção de participar de fundos de capital semente, especializados em novos e promissores negócios.

O retorno líquido médio para quem topa investir no início da operação de uma companhia tem ficado em torno de 30% além da inflação, segundo os gestores desse mercado. Um bom negócio hoje em dia. Mas, para colher esse doce fruto, é preciso plantar com cuidado e ter paciência para esperar a época da colheita. E os riscos de tempestades e terras arrasadas no meio do caminho são grandes.

Segundo a Comissão de Valores Mobiliários, há dez Fundos de Investimento em Participações (FIPs) registrados. Oito deles estão em operação. A Performa Investimentos, de São Paulo, oferece a possibilidade de aplicação a partir de R$ 20 mil. A Antera Gestão de Recursos, do Rio de Janeiro, quer investidores a partir de R$ 400 mil, bem como a Confrapar, de Minas Gerais. Para entrar, é preciso ser considerado investidor qualificado, ou seja, ter aplicações financeiras de pelo menos R$ 300 mil. A principal característica desses fundos é colocar uma empresa, literalmente, de pé. Leia o resto deste post »

Aplicação periódica em ações: uma estratégia racional e eficiente

Oi amigos, tudo bem?

Esse artigo foi retirado do Valor Econômico, mostra uma alternativa simples e eficiente pra se investir no mercado acionário.

É comum ouvirmos que os pequenos investidores costumam aplicar seus recursos em renda variável nos momentos em que os mercados estão sobrevalorizados e resgatam suas aplicações nas baixas de mercado. A armadilha pode se transformar em perdas e descontentamento com o mercado acionário. A máxima está se distanciando cada vez mais da realidade, porque os pequenos investidores hoje estão mais amadurecidos e sabem esperar com mais sabedoria a maturação de suas estratégias de investimento.

No fim da década de 90, era comum observar o chamado “efeito manada”. Isto é, em momentos de crise financeira acontecia um movimento de grande redução dos investimentos em ações por parte dos pequenos investidores, após forte queda das bolsas.

Tal atitude pode ser atribuída à inexistência de uma cultura em nosso país de investimento de longo prazo em ativos de risco, à falta de um maior conhecimento da dinâmica do mercado de ações e ao temor de perdas financeiras nas economias dos investidores de renda variável. Os mesmos acabavam resgatando suas aplicações nos momentos de ápice das crises que passaram a ocorrer em bases anuais entre o fim da década de 90 e o começo da década seguinte. Leia o resto deste post »

Fome de riqueza

Oi amigos, tudo bem?

Essa é uma reportagem muito inspiradora sobre pessoas fora de série que saíram da pobreza extrema para o sucesso, retirada do site Isto é Dinheiro.

Eles já passaram dificuldades, viveram em favela e até em abrigo para refugiados. Conheça empreendedores que se tornaram empresários de sucesso e faturam milhões, e saiba como eles chegaram tão longe

O empresário Antônio Carlos Ferreira, 48 anos, não se esquece do gosto amargo e da consistência pastosa do café com farinha que tomava de manhã antes de sair de casa para trabalhar. Quando criança, Ferreira vivia em uma favela, na cidade paulista de São Caetano do Sul, com sua família.

Passava tanta dificuldade que, muitas vezes, não tinha nem um pão para comer. Inconformado, foi à luta. Começou trabalhando como engraxate e depois percebeu que podia ganhar mais catando sucata na rua e revendendo para o ferro-velho do bairro. “Conseguia o equivalente a R$ 30 por semana.

Durante a manhã, estudava em um colégio público e à tarde catava sucata.” Hoje, passadas mais de três décadas, Ferreira é dono da Neolider, fornecedora de tubos de aço, que faturou R$ 200 milhões no ano passado e tem clientes do porte da Petrobras, Nestlé e Coca-Cola. Como ele, outros empreendedores brasileiros atravessaram adversidades, chegaram a passar fome, mas venceram.

Antonio Setin, ex-varredor de marcenaria, hoje é dono da Setin, uma incorporadora que fatura R$ 400 milhões; Sergio Amoroso, que vivia na roça, possui o grupo Orsa, uma companhia de papel e celulose com receitas de R$ 1,5 bilhão; Marco Franzato, um ex-boia-fria, hoje lidera o grupo de moda Morena Rosa, cujo faturamento foi de R$ 200 milhões; e Thái Quang Nghiã, um refugiado do Vietnã, encontrado faminto e à deriva por um petroleiro da Petrobras, em 1979, comanda uma empresa de calçados e acessórios com vendas de R$ 30 milhões ao ano. Qual é a receita desses empresários obstinados? Leia o resto deste post »

Sete dicas para que o dinheiro lhe traga mais felicidade

Oi amigos, tudo bem?

Aqui tem um artigo curto do portal exame de dicas interessantes pra usar bem seu dinheiro, afinal pra que adianta a riqueza se não formos felizes?

O velho ditado de que “dinheiro não traz felicidade” é mentiroso desde que você saiba gastá-lo com coisas importantes

Sabe aquele ditado que diz que dinheiro não compra felicidade? Pois é, segundo uma pesquisa realizada pelos institutos Harris and Gallup e divulgada pelo site Moneywatch.com, o dinheiro pode comprar felicidade desde que você saiba como gastá-lo. O estudo concluiu que é mais importante o que se faz com o dinheiro que a quantidade de cifras que se tem no banco. Confira as sete dicas para que o dinheiro lhe faça mais feliz:

1 – Compre uma casa mais barata: Isso o fará feliz de duas maneiras. Em primeiro lugar, você não perderá horas de sono pensando nas prestações do imóvel. Além disso, as pessoas tendem a ser mais infelizes quando seus vizinhos têm muito dinheiro. Parece loucura, mas segundo a pesquisa, existem aqueles que preferem ter uma renda de 50.000 dólares por ano e se cercarem de pessoas que ganham menos a terem uma renda de 100.000 dólares e ter que aturar um vizinho que ganhe mais.

2- Compre ingressos: Experiência é o que de fato faz uma pessoa feliz, e não objetos, dizem os especialistas em felicidade. Concertos, eventos esportivos e viagens são ótimas opções para gastar dinheiro.

3 – Compre uma bicicleta, faça aulas de dança ou entre numa academia: Você já conhece os benefícios da endorfina e exercícios físicos, certo? Então gaste um pouco de dinheiro garantindo a regularidade destas atividades para que sejam suficientes para turbinar seu fluxo sanguíneo e liberar o hormônio da felicidade. Leia o resto deste post »

Nove maneiras estúpidas de usar o próprio dinheiro

Oi amigos, tudo bem?

Achei este artigo interessante no site Portal Exame, o que mais me chamou a atenção foi o título da matéria.

As pessoas muitas vezes lidam com o dinheiro de maneira irracional, usando as emoções ao invés de usar a lógica e o raciocínio. Por isso cometem erros que podem acabar destruindo suas finanças.

Você se considera uma pessoa esperta, mas quando o assunto é dinheiro, só faz escolhas erradas? Saiba como agir para evitá-las

Consultores financeiros costumam ensinar em livros e palestras que abrir mão de pequenos prazeres durante um período prolongado de tempo pode lhe ajudar a se tornar um milionário. Em um país com juros tão altos como o Brasil, deixar de tomar aquele cafezinho todos os dias após o almoço, por exemplo, fará com que você junte uma pilha enorme de dinheiro em 40 anos. Renunciar àquilo que lhe dá prazer, entretanto, não é a melhor forma de guardar dinheiro. Em geral, há muitos hábitos estúpidos que podem ser largados sem prejuízo nenhum à qualidade de vida ou à própria felicidade.

Em entrevista ao site americano Moneywatch.com, o psicólogo Brad Klontz explica que um dos maiores problemas, em qualquer ser humano, é que a parte do nosso cérebro que controla a lógica é muito menor do que a que controla as emoções. Para ajudar àqueles que têm o dom do equívoco financeiro, o site listou as nove coisas mais estúpidas que alguém pode fazer com o próprio dinheiro e ouviu especialistas que ensinam a fazer melhores escolhas financeiras:

1 – Se apaixonar por seus investimentos. “Casar” com determinadas ações podem colocá-lo em perigo. A consultora financeira Lauren Tarbox conta que alguns de seus clientes se apegam emocionalmente a papéis de empresas listadas em bolsa que já estão em suas mãos há muito tempo ou que lhe renderam lucros gordos no passado. Outro hábito bastante comum é a pessoa manter ações da empresa onde trabalha por acreditar que vendê-los seria deslealdade. A resposta para o problema é simples: diversificação. “Ninguém deve ter mais de 10% de seu capital em apenas um investimento”, diz ela.

2 – Não entender que “liquidação” não é sinônimo de “bom negócio”. Você quer comprar uma TV e tem duas opções que custam 500 dólares. Entretanto, um dos aparelhos mostra que o preço original era de 800 dólares. Qual dos dois você compra? A resposta mais sensata seria o televisor de melhor qualidade. Mas existem pessoas capazes de comprar aquele que está com desconto pelo simples fato de “estar mais barato”. O alerta é que o consumidor deve, em qualquer ocasião, analisar se o produto vale o preço da etiqueta, ponderando por quanto tempo pretende-se fazer uso dele e se é possível comprar outro modelo, de qualidade similar, por um preço menor. Leia o resto deste post »